Almanaque da Rosário — 12 outubro 2016
Darín, o fortunato

No dia em recebeu o Platino de Honra, por sua obra conjunta, Darín confessou aos jornalistas ser “um afortunado”. Afinal, desempenha a profissão que ama, a de ator, desde a infância (estreou aos dois anos e tornou-se radioator aos oito), e que sequenciou na adolescência, firmando-se como astro de comédias juvenis (tipo “O Êxito do Amor”, “A Barraca do Amor” e “A Discoteca do Amor”).

A partir de 2000, rompeu as fronteiras de sua Argentina natal, graças ao êxito de “Nove Rainhas”. Tornou-se conhecido em toda a América Latina (incluindo o Brasil) e na Espanha. Hoje, tem dupla nacionalidade (argentina e espanhola). Quando o jornalista Juan Carlos Arciénaga, da CNN em espanhol, quis saber o que ele seria se não fosse ator, Darín respondeu: “Não tive alternativas. Minha pequena história tem tudo a ver com a de um filho de trapezistas de circo. Ele vê seus pais todo dia em seu ofício, aprende com eles. Quando o trapézio o chama, ele vai. Até fantasiei ser psiquiatra ou veterinário, mas sabia que, filho de dois atores, eu seria ator. Tenho irmã atriz, filho (Chino Darín) e sobrinho atores”. Quando o correspondente da “Variety” buscou a razão de seu “imenso êxito junto ao público e aos produtores”, Darín admitiu: “devo tudo à fortuna. Sou, creio, a pessoa mais afortunada deste mundo, até conhecer meu filho, e minha mulher, mais afortunados do que eu”.

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