Notícias Últimas Notícias — 07 fevereiro 2018

Após dois anos de desenvolvimento, o CINEBRASiLTV está preparando o lançamento da sua plataforma de vídeo sob demanda para abril, durante o Rio Content Market. Atualmente, a programação do canal é composta por conteúdo brasileiro independente, com várias obras realizadas em coprodução e por meio de recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Esse também deverá ser o perfil dos filmes, séries e programas que ficarão disponíveis aos usuários no VoD. Os grandes diferenciais serão a ampliação do acesso e o conteúdo exclusivo.

Hoje, a Sky é a única operadora de TV por assinatura de grande porte que disponibiliza a programação do CINEBRASiLTV no território nacional. Embora as negociações com as empresas concorrentes estejam avançando, a estreia do VoD ocorrerá antes disso, como confirma Gabriel Barradas, gerente de operações do canal.

A previsão é de que, neste primeiro ano, a plataforma siga em funcionamento na versão beta (de testes), inicialmente apenas com assinatura (SVoD). Para os meses seguintes, está previsto o acesso ao vivo do canal, pela internet, e a opção de compra e aluguel de conteúdo, na modalidade transacional (TVoD). Pela TV paga, o CINEBRASiLTV estima que hoje existam 6 milhões de assinantes, e que o VoD deverá trazer entre três a oito mil novos clientes em 2018.

Além da programação já exibida no canal, Barradas também adianta que haverá lançamentos exclusivos no VoD a partir de abril, que estão sendo negociados neste momento com os produtores independentes. Entre as séries confirmadas para o catálogo, estão “Mundo à Parte” (1975), dirigida por Arne Sucksdorff; e “Panorama do Cinema Brasileiro” (1968), de Jurandyr Passos Noronha. Ambas são fruto de uma parceria com o Centro Técnico Audiovisual (CTAv).

Dos longas-metragens ficcionais, ficarão disponíveis obras recentes e outras mais antigas: “Delírius Insurgentes” (2017), de Fernando Mamari; “Paraíso, Aqui Vou Eu” (2011), de Cavi Borges e Walter Daguerre; “Os Pobres Diabos” (2013), de Rosemberg Cariry; “Estrada para Ythaca” (2010), de Ricardo Pretti, Guto Parente, Pedro Diógenes e Luiz Pretti; “Tapete Vermelho” (2005), de Luiz Alberto Pereira; dentre outros.

Por enquanto, o VoD está dividido em categorias para além de longas e curtas ficcionais ou documentais, classificando as obras como: Memorial Brasil, Que país é este?, Música, Natureza e Viagens, Grandes Personagens, e há uma seção infantil.

 

Por Belisa Figueiró

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