Ingrid Guimarães em dose dupla, “Velhos Bandidos” e cinebiografia de Belchior conseguirão incrementar o market share do cinema brasileiro em 2026?
Foto: “Velhos Bandidos”, de Cláudio Torres © Laura Campanella
Por Maria do Rosário Caetano
“Agentes Muito Especiais”, comédia dirigida por Pedro Antônio e protagonizada por Marcus Majela e Pedroca Monteiro, abre o ano cinematográfico brasileiro. E o faz em significativo número de telas de nosso reduzidíssimo circuito exibidor, composto de 3.500 salas, concentradas nas grandes cidades. Só 482 dos 5.569 municípios dispõem de cinemas dignos do nome.
Os dados de 2025 mostraram queda na venda de ingressos tanto para filmes internacionais, quanto para brasileiros. Em 2024 foram vendidos mais de 128 milhões de entradas. Ano passado, menos de 116 milhões. Queda de 9,7%. A produção nacional, que vendera quase 14 milhões de ingressos, no ano recém-encerrado não chegou a 12 milhões. Queda de 11,6%.
A situação está difícil não só para as bilheterias brasileiras. Houve queda de venda de ingressos na França (de 13,6%) e na Espanha. O jornal El País, de Madri, registra a venda de 65 milhões de ingressos no país ibérico, registrando queda de 8%. Nos EUA, o crescimento foi modestíssimo (1,5%).
No Brasil, mesmo com o decréscimo de 11,6% na venda de entradas, estima-se que o market share (taxa de ocupação de nosso mercado) manterá índice próximo ao do ano passado: um pouco acima de 10%. Na Espanha, o market share é de 19%. Baixo, se levarmos em conta que o país europeu vive uma primavera cinematográfica, acumulando prêmios internacionais e, nesse ano, com cinco pré-indicações ao Oscar (para “Sirât”, de Oliver Laxe).
O ano de 2026 mostra que nossa cinematografia dispõe de certa previsibilidade. Ou seja, conta com cartela de lançamentos composta (por enquanto) com 69 títulos (fonte: Boletim Filme B). Um terço da média de lançamentos anuais (que tem sido de 180 títulos). Resta saber se os filmes programados serão capazes de tirar o público do conforto doméstico, abastecido por imensa quantidade de filmes e séries ofertada pelo streaming.
Nessa quinta-feira, 8 de janeiro estreia “Agentes Muito Especiais”, uma “comédia de ação e aventura”. A campanha do filme lembra que ele nasceu de ideia do midas das bilheterias brasileiras, Paulo Gustavo (1978-2021). Os protagonistas, Jeff e Johnny, são gays e querem tornar-se quadros da Polícia do Rio de Janeiro. Para tanto, terão que provar que são capazes de passar por duro treinamento e cumprir as missões recebidas.
Motivo de preconceito e chacota, eles tudo farão para conquistar o respeito do chefe da corporação e dos colegas. E tal respeito só será obtido se conseguirem solucionar um caso complexo. Por isto, a dupla vai infiltrar-se em bando criminoso liderado por Onça (Dira Paes). Claro que a confusão vai se armar.
Com recomendação etária para maiores de 14 anos e apenas 100 minutos de duração, “Agentes Muito Especiais” poderá ter bom desempenho. Resta saber se atingirá pelo menos metade (quem sabe um terço) das gigantescas bilheterias de Paulo Gustavo. “Minha Mãe é uma Peça 2”, auge da carreira do ator que partiu tão cedo, vendeu mais de 9 milhões de ingressos.

Na semana seguinte, virão duas estreias brasileiras: o infantil “Diário de Pilar na Amazônia”, de Eduardo Waisman e Rodrigo Van Der Put, baseado em best-seller de Flávia Lins e Silva, e o drama, adulto e queer, “Ato Noturno”, dos gaúchos Matzenbach e Reolon. Se “Pilar” conquistar, nos cinemas, o sucesso que conquistou como projeto editorial (com as andanças da menina pelo México, Egito, Grécia etc.), poderá chegar a 500 mil espectadores. Tem uma distribuidora sólida na retaguarda, a Disney.
Já “Ato Noturno” é um filme sofisticado e destinado a públicos mais exigentes. Tem tido bom desempenho em festivais e traz a elaboração visual de sua dupla de diretores, responsável por “Beira-Mar” e “Tinta Bruta”. E distribuição da Vitrine.
Para o dia 22 de janeiro, só está prevista uma estreia— a do documentário “A Rebelião da Jangada”, de Cynthia Medeiros e Dimitri Túlio. O gênero só tem conseguido bilheterias dignas de nota quanto dedica-se a astros de nossa MPB (caso de “Ritas”, sobre a roqueira Rita Lee, e “Milton Bituca Nascimento”, sobre a estrela mais luminosa do Clube da Esquina, ano passado).
Dia 29, estreiam dois novos filmes brasileiros: outro documentário, o carioca “Ecos do Teatro Experimental do Negro”, de Daniel Santiago, e a ficção paranaense “Alice Júnior, Férias de Verão”, de Gil Baroni. Este longa-metragem dá sequência à comédia romântica (e queer) “Alice Júnior”, lançada quatro anos atrás. Dessa vez, Alice, que é influenciadora digital, irá refugiar-se em ilha mística. Afinal, ela foi cancelada nas redes sociais. Será que mergulhará em processo de autoconhecimento e viverá novas histórias de amor?
As estreias enumeradas pelo Boletim Filme B para os meses de fevereiro a dezembro mostram que a comédia continua sendo o gênero mais praticado pelos cineastas brasileiros. Mesmo que elas já não estejam na linha de frente do Top 10 de nossa produção. Ano passado, os destaques foram o drama “Ainda Estou Aqui”, de WSJr (5,8 milhões, parte conquistada em 2024, parte em 2025), a comédia “O Auto da Compadecida 2” (4,3 milhões), o thriller “O Agente Secreto” (1,2 milhão), o infantil “Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa” (1 milhão), o drama policial “Vitória” (800 mil) e a cinebiografia de Ney Matogrosso, “Homem com H” (700 mil).
Como já dissemos, muitas e novas comédias virão: “Se Eu Fosse Você 3”, de Anita Barbosa, com a dupla Glória Pires e Tony Ramos, “Velhos Bandidos”, de Cláudio Torres, “Minha Melhor Amiga” e “Minha Irmã e Eu 2”, ambos dirigidos por Susana Garcia e protagonizados por Ingrid Guimarães, nossa “rainha do blockbuster”, “Picaretas Não Vão pro Céu” e “Os Farofeiros 3”, ambos de Roberto Santucci, “Cansei de ser Nerd” e “Missão 171”, ambos de Gualter Pupo, “O Verão da Lata”, de Santigo Dellape, “Um Tio Quase Perfeito 3”, de Pedro Antônio (o mesmo de “Agentes Muito Especiais”), “Amigos em Fuga”, de Mauro Farias, “Deus Ainda é Brasileiro”, de Carlos Diegues (com Antônio Fagundes, mas sem Wagner Moura).
E tem mais comédias: “Marido de Aluguel”, de Paulo Fontenelle, com Paulinho Gogó e Mariana Xavier, “O Messias de Canaã”, de José Quaresma, com Silvero Pereira, Dadá Coelho e Stepan Nercessian, “O Shaolin do Sertão 2”, de Halder Gomes, e “Cabras da Peste 2”, de Vitor Brandt, ambos com Edmilson Silva. Neste segundo filme, ele reprisa sacudida parceria com Matheus Nachtergaele. E há mais comédias, muitas, anunciadas (ver listagem abaixo).
Depois de refletir sobre o sucesso de “Vitória”, drama policial protagonizado por Fernanda Montenegro (que poderia ter alcançado 100 mil espectadores, mas fez oito vezes mais), vale arriscar aqui um palpite – “Velhos Bandidos” deve causar sensação e mobilizar bom número de espectadores. E por que?
Porque une Fernanda Montenegro, mãe do diretor, Cláudio Torres, ao descolado Ary Fontoura, nonagenário de presença marcante nas redes sociais. Eles interpretam Marta e Rodolfo, os velhos bandidos do título, que planejam um assalto a banco. Para executar o crime convocam jovens vigaristas, Nancy (Bruna Marquezini) e Sid (Vladimir Brichta). Só que no caminho deles estará um investigador incansável, Oswaldo (Lázaro Ramos). Aos 96 anos, Fernanda Montenegro se revela, não há como negar, fonte segura de atração de público.
Um filme – “O Verão da Lata”, de Santigo Dellape – é outro que poderá atrair espectadores jovens e descolados. Causa espanto que tantos anos tenham sido necessários para que se recriasse ficcionalmente fato ocorrido em setembro de 1988. Num dia quente, apareceram na costa fluminense (praias de Cabo Frio) três mil latas, recheadas com maconha hermeticamente embalada. À frente do elenco, os ótimos Samantha Schmütz e Babu Santana.
Um dos filmes mais aguardados do ano, pelo interesse provocado por seu personagem-tema e por suas canções, é “Viver é Melhor que Sonhar: A Vida de Belchior”. Chegou, pois, a hora da cinebiografia ficcional do compositor cearense, de canções cult e vida errante-errática. Ano passado, “Homem com H”, que narrou, como ficção (mas fiel aos fatos), a vida de Ney Matogrosso aproximou-se dos 700 mil ingressos. Albergaria, que assinou a cinebiografia de Claudinho e Buchecha (“Nosso Sonho”) acertou o alvo. Seu filme aproximou-se do meio milhão de ingressos. E agora, romperá, com Belchior, a barreira do milhão?
O que causa entusiasmo no projeto dessa cinebiografia (baseada em livro de Jotabê Medeiros) é a escolha do ator Luiz Carlos Vasconcelos para viver o misterioso Belchior. O paraibano está, como dizem em seu Nordeste natal, com o cão no couro. Ou seja, tinindo trincando. Cada vez melhor. Em dezembro passado, ele causou sensação no Festival Aruanda, com um curta de 14 minutos, “A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero”, de Rodolpho de Barros, ao lado de Ingrid Trigueiro. A dupla jogou um bolão, foi aplaudida calorosamente e premiada. Os elogios ao ator (à dupla) foram tão significativos, que o filme de duração tão sintética repercutiu mais que alguns dos longas da competição.
Com a morte da atriz Maria Ribeiro, a Sinhá Vitória de “Vidas Secas” (na Suíça, aos 102 anos), os admiradores dela e de Vasconcelos foram instigados a rever outro curta no qual eles aparecem – “Como se Morre no Cinema”, de Luelane Corrêa. Luiz Carlos Vasconcelos interpreta a voz de Papagaio presepeiro, degolado por Sinhá Vitória. Que show o ator e diretor de teatro renomado (Grupo Piolim, do “Vau da Sarapalha” roseano) proporciona aos espectadortes. E ele já brilhara, antes, como o Lampião de “Baile Perfumado”, o Dr. Dráuzio de “Carandiru” etc., etc., etc.. O que fará encarnado em Belchior? Aguardemos.

Outra cinebiografia programada para estrear esse ano é “Chorão: Só os Loucos Sabem”, de Hugo Prata e Felipe Novaes. No papel do roqueiro santista está José Loreto. E, registremos, Hugo Prata alcançou boa bilheteria com “Elis”, cinebiografia ficcional da estrela gaúcha (500 mil ingressos). Resta saber se a história de Chorão despertará o mesmo interesse de Elis Regina. E se Loreto oferecerá a nossos olhos o show que nos foi oferecido por Andrea Horta.
Com dados biográficos há que registrar-se “100 Dias”, do bamba das bilheterias Carlos Saldanha, um dos artífices do blockbuster “A Era do Gelo”. O cineasta prefere definir seu filme como “aventura”, já que restringiu o retrato do navegador Amyr Klink a momento específico – o cruzamento do Oceano Atlântico Sul em barco a remo, de Luderitz-Namíbia, a Salvador-Bahia, durante três meses e dez dias. Em 1984. No papel de Klink, o gato Filipe Bragança (bonito demais para o papel, não?).
E não se pode esquecer “Por um Fio”, de David Schurmann, que tem outro personagem real, o Dr. Drauzio Varella, no centro da narrativa. O médico oncologista, interpretado por Rômulo Estrela, é visto em sua relação com o irmão Fernando (Bruno Gagliasso), que faleceria vítima de câncer. O cineasta apura seu foco na luta empreendida pelo Dr. Drauzio contra a doença e retrata os primeiros anos do SUS (Sistema Único de Saúde).
No terreno do filme infantil, pelo menos duas produções prometem chamar atenção: “O Gênio do Crime”, de Lipe Binder, baseado no mais famoso livro de João Carlos Marinho, e “Galinha Pintadinha”, personagem capaz de acalmar qualquer criancinha chorona.
O Gênio do Crime reúne três craques do humor (Ailton Graça, Rafael Losso e Marcus Veras) e conta com um “convidado” especial, o jogador Vinícius Jr, ex-Flamengo e atual Real Madri. A galerinha buscará a figurinha mais cobiçada para completar seu álbum. Justo a de Vini.
A Galinha Pintadinha já chegou à tela grande, mas como remendo de suas incursões digitais. Foi um fracasso. Agora, tudo indica, chega com projeto melhor pensado e executado. A conferir.
No terreno dos filmes de arte (matéria prima de centenas de festivais brasileiros), os mais esperados são “A Fúria”, de Ruy Guerra e Luciana Mazotti, suspense político que fez sua estreia no Festival de Brasília de 2024, e “Cinco Tipos de Medo”, do matogrossense Bruno Bini, vencedor do Festival de Gramado 2025.
Ruy Guerra fecha sua Trilogia dos Fuzis (“Os Fuzis”, “A Queda”, “A Fúria”) iniciada em 1965. E o faz com grandes atores e recorrendo a técnica do ‘vídeo mapping’ (projeção de vídeos em superfícies tridimensionais com uso de softwares capazes de criar ilusões óticas). Estão com ele nessa obra disruptiva e provocadora Ricardo Blat (como Mário, personagem que Nelson Xavier interpretou nos dois primeiros filmes), Lima Duarte (de “A Queda”), Daniel Filho (de “Os Cafajestes”), Anselmo Vasconcelos, Grace Passô, Antônio Pedro, Simone Spoladore, Paulo Cesar Pereio, Júlio Adrião, Higor Campanaro, Antônio Pitanga, entre outros.
A trama tem um quê de pesadelo: Mário, que foi morto durante a ditadura militar brasileira, ressurge das profundezas da terra em busca de vingança. Acolhido por um indígena chamado Palavra, ele é auxiliado por três mulheres: Petra, deputada em ascensão, Monalisa, líder de facção paramilitar, e Laura, neta de um homem poderoso.

O filme de Bruno Bini sustenta-se em roteiro engenhoso e num time de atores que rende bem: Bárbara Colen, Rui Ricardo Dias, Rejane Faria, Zé Carlos Machado, Jonathan Haagensen, Xamã, Bella Campos (intérprete da alpinista Maria de Fátima no remake de “Vale Tudo”) e João Vitor Silva. O filme tem garra, ritmo e história vigorosa para contar. Dois bairros periféricos de Cuiabá (Jardim Colorado e Ribeirão de Lipa) ambientam essa narrativa que entrelaça vidas miúdas e aclimata séries norte-americanas aos trópicos. Pode surpreender nas bilheterias.
Outros títulos que merecem atenção do público mais exigente: “Ruas da Glória”, de Felipe Sholl, “Papagaios”, de Douglas Soares (programado para março, mas sem data definida) e “Eclipse”, de Djin Sganzerla.
No terreno do documentário, destaque para “Pele de Vidro”, de Denise Zmekhol, um filme que merece ser visto, em especial, por estudantes de Arquitetura. E, também, “Para Vigo me Voy”, de Lírio Ferreira, “Elza”, de Eryk Rocha, “O Projeto”, de Sabrina Fidalgo e Yvan Rodic, e “Copam”, de Carine Wallauer. Os flamenguistas, decerto, vão gostar de “Zico, o Samurai de Quintino”, de João Wainer.
Confira a programação de estreias:
JANEIRO
Dia 8:
. “Agentes Muito Especiais”, de Pedro Antônio (comédia)
. “Timidez” (suspense)
Dia 15:
. “Diários de Pilar na Amazônia”, de Eduardo Waisman e Rodrigo Van Der Put (infantil)
. “Ato Noturno”, de Filipe Matzembach e Marcio Reolon (suspense)
Dia 22:
. “A Rebelião dos Jangadeiros”, de Cinthia Medeiros e Demitri Túlio (documentário)
Dia 29:
. “Alice Júnior – Férias de Verão”, de Gil Baroni (comédia)
. “Ecos do Teatro Experimental do Negro”, de Daniel Santiago (documentário)
FEVEREIRO
. “A Fúria”, de Ruy Guerra e Luciana Mazotti (suspense)
. “(Des)controle”, de Rosane Svartman e Carol Minêm (drama)
Dia 19:
. “Trago seu Amor”, de Cláudia Castro (comédia)
. “Mato ou Morro”, de Caco Souza (comédia)
Dia 26:
. “A Miss”, de Daniel Porto
MARÇO
Dia 5:
. “Velhos Bandidos”, de Claudio Torres (comédia)
. “De Volta à Bahia”, de Joana Di Carso e Eliezer Lipnik (comédia)
Dia 12:
. “Colegas e o Herdeiro”, de Marcelo Galvão (comédia)
. “Hora do Recreio”, de Lúcia Murat (documentário)
Dia 19:
. “O Velho Fusca”, de Emiliano Ruschel (comédia)
. “Pele de Vidro”, de Denise Zmekhol (documentário)
Dia 26:
. “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Voicê”, de Diego de Freitas (drama)
. “Papagaios”, de Douglas Soares (policial)
ABRIL
Dia 2:
. “Ruas da Glória”, de Felipe Sholl (drama)
. “O Rei da Internet”, de Fabrício Bittar (drama)
. “Zico, o Samurai de Quintino”, de João Wainer (doc)
. “Estranho Amor”, de Liloye Boubli (drama)
. “Barba Ensopada de Sangue”, de Aly Muritiba (suspense)
Dia 9:
. “Marido de Aluguel”, de Paulo Fontenelle (comédia)
. “A Conspiração do Condor”, de André Sturm (drama)
Dia 16:
. “Picaretas Não Vão pro Céu”, de Roberto Santucci (comédia)
. “Rio de Sangue”, de Gustavo Bonafé (drama)
. “Advogado de Deus”, de Wagner de Assis (religioso)
Dia 23:
. “Cinco Tipos de Medo”, de Bruno Bini (drama)
. “Família de Sorte”, de Viviane Ferreira (comédia)
. “Sexo e Destino”, de Márcio Trigo (religioso)
Dia 31:
. “2DIE4: 24 Horas no Limite”, de salomão e André Abdala (ação)
MAIO
Dia 2:
. “O Gênio do Crime”, de Lipe Binder (infantil)
. “Cansei de Ser Nerd”, de Gualter Pupo (comédia)
. “Cartas para Deus”, de Fernando Ceylão (religioso)
Dia 21:
. “Eclipse”, de Djin Sganzerla (suspense)
. “Para Vigo me Voy”, de Lírio Ferreira (documentário)
Dia 28:
. “Minha Melhor Amiga”, de Susana Garcia (comédia)
. “Galinha Pintadinha” (infantil)
. “Copan”, de Carine Wallauer (documentário)
JUNHO
Dia 4:
. “Se Eu Fosse Você”, de Anita Barbosa (comédia)
. “Cordélicos – A Origem do Cabra da Peste”, de Alê McHaddo (animação)
Dia 11:
. “Funk”, de Aly Muritiba (ação)
. “Apenas Mais umas de Amor” (romance)
Dia 18:
. “Cartório das Almas”, de Leo Bello (fantasia)
Dia 25:
. “Amigos em Fuga”, de Mauro Farias (comédia)
. “Deus Ainda é Brasileiro”, de Carlos Diegues (comédia)
JULHO
Dia 9:
. “Elza”, de Eryk Rocha
AGOSTO
. “8 Segundos: O Desafio”, de Márcio Trigo (drama)
Dia 13:
. “Viver é Melhor que Sonhar: A Vida de Belchior”, de Eduardo Albergaria (cinebiografia)
Dia 20:
. “Álibi”, de José Joffily (comédia)
Dia 27:
. “O Shaolin do Sertão 2”, de Halder Gomes (comédia)
SETEMBRO
Dia 3:
. “Chorão: Sós os Loucos Sabem”, de Hugo Prata e Felipe Novaes (cinebiografia)
Dia 17:
. “Missão 171”, de Gualter Pupo (comédia)
Dia 17:
. “Tarsila no Espelho”, de Paschoal Samora (documentário)
. “Chá Revelação”, de Pedro Amorim (comédia)
Dia 24:
. “Ignição da Alma”, de Alessandro Barros (religioso)
OUTUBRO
Dia 8:
. “Um Tio Quase Perfeito 3”, de Pedro Antônio (comédia)
. “Minha Vida com Shurastey”, de Diego freitas (comédia cinófila, atenção, não é cinéfila)
Dia 22:
. “Uma Babá Gloriosa”, de Juan Pablo Pires (comédia)
NOVEMBRO
Dia 5:
. “O Verão da Lata”, de Santigo Dellape (comédia)
Dia 12:
. “Por um Fio”, de David Schurmann (cinebiografia)
Dia 19:
. “O Projeto”, de Sabrina Fidalgo e Yvan Rodic (documentário)
DEZEMBRO
Dia 3:
. “Cabras da Peste 2”, de Vitor Brandt (ação)
. “O Messias de Canaã”, de José Quaresma (comédia)
Dia 24:
. “Minha Irmã e Eu 2”, de Susana Garcia (comédia)
. “Os Farofeiros 3”, de Roberto Santucci (comédia)
Dia 31:
. “Bruna Surfistinha 2”, de Marcus Baldini (drama)
