100 novos filmes realizados fora do eixo

“Nos últimos anos, cem longas-metragens foram produzidos no Norte, Nordeste e Centro-Oeste brasileiros”. Quem anuncia este significativo número é o cineasta Rosemberg Cariry, 66 anos, o mais prolífico produtor e diretor de cinema do Nordeste brasileiro. Ele integra os quadros da CONNE (Conexão Norte, Nordeste e Centro-Oeste), entidade que defende a regionalização da produção audiovisual brasileira.

Ao contrário de muitos de seus conterrâneos, Rosemberg Cariry nunca deixou o Ceará, seu Estado natal. Em 32 anos de carreira, realizou onze longas-metragens e está concluindo mais dois: o ficcional “Escravos de Jó”, com Everaldo Pontes, Antônio Pitanga e Sílvia Buarque, e “Notícias do Fim do Mundo”. Este, ele vem produzindo e dirigindo “aos poucos, ao longo dos últimos dez anos”.

Há mais filmes em processo de finalização e de realização na produtora da família de Rosemberg Cariry. Seus filhos Petrus e Bárbara estão com a mão na massa. Petrus finaliza o longa documental “Orson Welles no Ceará”, e Bárbara inicia a realização de seu longa-metragem de estreia, o infanto-juvenil “Os Pequenos Guerreiros”.

O documentário sobre Orson Welles é fruto de mais uma parceria de Petrus Cariry, também festejado diretor de fotografia, com Firmino Holanda, documentarista e professor da Universidade Federal do Ceará. A dupla retoma a conturbada passagem, no início dos anos 1940, do diretor de “Cidadão Kane” pelo Estado nordestino (Welles filmou, também, no Rio de Janeiro, um dos episódios que comporiam o longa “It’s All True”, inacabado). A primeira realização de Petrus e Firmino, “Cidadão Jacaré” (50 minutos/2004), foi financiada pelo projeto DocTV-MinC, gestão Gilberto Gil.

Ao longo de seu primeiro século, o cinema brasileiro concentrou-se no eixo Rio-São Paulo. Nos últimos anos, porém, a luta pela regionalização da produção ganhou defensores aguerridos e incansáveis. Primeiro, criou-se a APCNN (Associação dos Produtores de Cinema do Norte-Nordeste), que o então ministro Gilberto Gil chamava Apecênenen. Depois, veio a CONNE, que quer ver o fomento à produção sedimentado em todos os Brasis.

Pernambuco, que ambientou um ciclo de cinema significativo, mas passageiro, na era muda (anos 1920), tornou-se o foco mais produtivo, reconhecido e premiado do Nordeste contemporâneo. Seguido pela Bahia, que no final dos anos 1950 viu brotar a geração Glauber Rocha, e pelo Ceará, que este ano comemorou uma proeza (teve um longa-metragem na Mostra Panorama de Berlim (“Greta”, de Armando Praça, protagonizado por Marco Nanini). Outro cearense, Karim Aïnouz – há que se registrar – tem presença garantida e frequente no festival alemão (já disputou inclusive o Urso de Ouro, com “Praia do Futuro”). Mas o diretor de “Madame Satã” é hoje cidadão do mundo (o Ceará é apenas uma de suas bases temporárias).

Os três Estados mais fortes da região – Pernambuco, Bahia e Ceará – ganham, agora, a companhia de outras unidades da Federação, onde realizar um longa-metragem era algo muito esporádico. O maior destaque é a Paraíba, que vive verdadeira primavera. Nos dois últimos anos, o Estado, famoso por seus curtas-metragens (caso de “Aruanda”), ambientou a produção de treze longas. Algo jamais visto na terra de Linduarte Noronha.

O Distrito Federal, também, vem destacando-se nos últimos anos. Goiás, que acaba de vencer a Mostra Tiradentes 2019, com o longa “Vermelha”, de Getulio Ribeiro, soma-se a Alagoas, Pará e Amazonas. A produção no Tocantins, Maranhão, os dois Mato Grosso, Piauí, Acre, Rondônia e Amapá também começa a se articular. Jovens curta-metragistas estreiam na direção de longa duração, nestes polos emergentes, com filmes documentais (segmento mais recorrente), ficcionais ou “híbridos”.

O que vem garantindo o fomento desta significativa produção fora do eixo Rio-SP? O cumprimento de lei que estabelece a aplicação de 30% de recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) nestas regiões historicamente esquecidas?

Rosemberg Cariry conta que “o fomento é garantido de forma direta pelo FSA” e ampliado “graças a arranjos regionais com participação da Ancine (Agência Nacional do Cinema), bem como de editais estaduais e incentivos privados”.

Bárbara e Rosemberg Cariry © Rogério Resende

A produção está, realmente, crescendo fora do eixo Rio-São Paulo (ver tabela abaixo). Mas uma questão se coloca como calcanhar de aquiles de boa parte dos realizadores do Norte, Nordeste e Centro-Oeste: a distribuição. Ou seja, a colocação dos filmes no competitivo mercado exibidor brasileiro.

Como solucionar este impasse? Rosemberg Cariry defende a criação de uma empresa regional de fomento à produção e distribuição.

“Nosso grande gargalo” – admite – “é a circulação, exibição e comercialização de nossos filmes”. Como acontece em todo o Brasil, “apenas alguns conseguem ser exibidos em salas convencionais de cinema, em boas condições”. Outros “vão para a TV por assinatura e outros acabam restritos ao circuito de festivais”. Para solucionar este impasse histórico, Rosemberg e colegas cearenses vêm debatendo a criação da Ceará Filmes.

“Este projeto”, detalha, “começou a ser discutido bem antes da criação da SPFilmes” (2015). Agora, com “a atuação da Câmara do Audiovisual, a ideia cresceu junto à Secretaria de Cultura do Estado do Ceará, com apoio do secretário Fabiano Piúba”. Já foram realizadas, também, “reuniões com o governador Camilo Santana para tratar do assunto, e uma comissão foi criada para implantação do projeto”. Nem a crise econômica desanima Cariry. “Estamos com esperança de que tudo se concretize da melhor forma, mesmo em meio a uma conjuntura nacional econômica e politicamente instável”. Se a Ceará Filmes tornar-se realidade, ela “irá atender à região CONNE e será um passo muito importante para o nosso audiovisual”.

O diálogo do cinema das regiões Nordeste, Centro-Oeste e Norte com seu público não tem sido fácil. No Ceará, só o filão do filme espírita (“Bezerra de Menezes”, “As Mães de Chico Xavier”) e as comédias de Halder Gomes (“Cine Holiúdy” e “O Shaolin do Sertão”) venderam quantidades expressivas de ingressos. Em breve, Halder lança “Cine Holiúdy – A Chibata Sideral”. Se conseguir sucesso similar ao de “Os Parças” (1,6 milhão de ingressos), que ele comandou, como diretor convidado e fora de seu Ceará natal, o cineasta estará colocando um filme 100% nordestino no clube do milhão (de espectadores).

O pesquisador Emerson Maranhão, autor do livro “Cinema Falado (Doze Cineastas Cearenses)“, vem acompanhando de perto a efervescência do novo cinema de seu Estado. Ele constata que veteranos e novatos, ficcionistas e documentaristas, realizadores de narrativa clássica ou mais experimental, todos e muitos, estão realizando dezenas de filmes. E com presença significativa de mulheres na direção (o que não acontece em Pernambuco, ainda com absoluta hegemonia masculina).

O autor de “Cinema Falado” cita o caso de Halder Gomes como o mais impressionante. O diretor cearense, que já morou nos EUA, onde somou cinema e lutas marciais, é o mais nordestino dos nordestinos (daqueles que adora falar “ô macho!”). Ele tem um filme pronto para lançamento (“A Chibata Sideral”) e mais três engatilhados. Todos frutos de parcerias do Ceará com produtoras do eixo Rio-São Paulo. “Ao longo deste ano”, diz Maranhão, “Halder realizará três filmes”. Quem determinará a ordem cronológica serão as produtoras-parceiras: a Glaz, de SP, assinará a comédia romântica “Bem vindo a Quixeramobim!”, e junto com a Pandora, produzirá o drama “Vermelho Monet”. Outra produtora, a Indiana Filmes, cuidará de “O Jardim dos Girassóis”, um suspense sobrenatural”.

Pernambuco continua sendo o Estado nordestino que mais vem projetando seus filmes (em festivais nacionais e internacionais) e pode orgulhar-se de ter conseguido significativo diálogo com o público. Kleber Mendonça lidera a lista dos mais vistos. Seu filme “Aquarius” (358 mil ingressos) é o melhor colocado entre as produções mais autorais da região. Depois, vem Cláudio Assis, com “Amarelo Manga” (130 mil), seguido de Marcelo Gomes (“Cinema, Aspirina e Urubus”: 106 mil), de novo Kleber Mendonça (“O Som ao Redor”: 95 mil) e Lírio Ferreira e Paulo Caldas (“Baile Perfumado”: 80 mil).

A Bahia, que, nos anos 1960, causou furor com filmes de Roberto Pires (em especial “A Grande Feira”, 1961), registra, com sua produção contemporânea, desempenho modesto. Cecília Amado, neta do romancista best-seller Jorge Amado, viu sua instigante versão de “Capitães da Areia” vender 172 mil ingressos (número bem aquém do esperado pela distribuidora Imagem Filmes). No campo das surpresas, o cinema baiano registrou caso digno de registro: o documentário “Bahêa minha Vida”, sobre o Esporte Clube Bahia, vendeu 76 mil ingressos (a quase totalidade no Estado).

Já a produção mais autoral do Estado não tem tido desempenho significativo nas bilheterias. Henrique Dantas viu “Filhos de João – Admirável Mundo Novo”, documentário sobre os Novos Baianos, ter boa arrancada. Mas os borderôs fecharam em 17 mil ingressos. “Eu me Lembro”, o memorialístico filme do inquieto e criativo Edgard Navarro, só vendeu 16 mil ingressos. Seu filme seguinte, “O Homem que Não Dormia”, teve desempenho decepcionante. Já o novo “Abaixo a Gravidade”, que passou pelo circuito de festivais no segundo semestre de 2017, ainda não tem data de estreia anunciada. Em 12 de outubro próximo, o enfant terrible das terras baianas, autor do seminal “SuperOutro”, fará – pasmem! – 70 anos.

Os outros Estados da região alcançada pela CONNE ainda não produziram um sucesso comercial semelhante aos de Halder Gomes, do ciclo espírita (que tem no Ceará seu ponto nevrálgico) ou de Kleber Mendonça.

Um fenômeno, mesmo que muito localizado, merece registro: o Maranhão. Neste Estado, onde Frederico Machado realiza longas experimentais (como “O Signo das Tetas”, “Lamparina da Aurora”, “O Exercício do Caos” e “Boi de Lágrimas”), brotou, poucos anos atrás, um longa-metragem de muito sucesso por lá: “Muluque Té Doido”, de Erlanes Duarte. O primeiro filme, realizado em 2014, chamou atenção da moçada maranhense e fez-se seguir, logo, logo, pelo segundo: “Muluque Té Doido – A Lenda de Dom Sebastião” (2017). O frisson na internet chamou a atenção da equipe do Boletim Filme B, editado por Paulo Sérgio Almeida, que passou a registar as bilheterias do “fenômeno maranhense”. Até 29 de novembro de 2016, o “Muleque 2” vendera, só lá pelos lados de São Luís do Maranhão, 49.111 ingressos. Agora, o “Muleque Té Doido 3 – Mais Doido Ainda!”, segundo o Filme B, vendeu 27.224 ingressos (até meados de fevereiro).

Na Paraíba, há caso semelhante ao fenômeno maranhense. Em Campina Grande, o cineasta Sílvio Toledo já realizou, sozinho ou com parceiros, cinco filmes. Todos fazem sucesso no segundo maior município do Estado, mas não conseguem circular fora dele. O primeiro filme de Toledo, “O Resgate do Pavão Misterioso”, foi realizado em 2014 e contou com apoio do Edital Augusto dos Anjos. Depois, ele realizou “Roni Stone – O Detetive do Agreste” (2017). Ano passado, sua produtividade triplicou: dirigiu com dois colegas o documentário “Sob o Olhar das Estrelas” (sobre Ovnis) e duas ficções, “A Princesa de Elymia” (este com apoio do Fundo Setorial do Audiovisual) e “Incursão”.

Filmagens de “Jackson, na Batida do Pandeiro”, de Marcus Vilar e Cacá Teixeira © Heleno Bernardo

O Rio Grande do Norte, que foi cenário de alguns longas-metragens (incluindo o nordestern “Jesuíno Brilhante, o Cangaceiro”, de William Cobett, 1972) deve dinamizar sua produção de longas-metragens de maneira peculiar. Como ainda não formou produtoras sólidas (elas estão se estruturando, inclusive com animados debates em festivais como a Mostra de Cinema de São Miguel do Gostoso e o Festival Guaiamum de Natal), um produtor vindo do Rio de Janeiro, Fernando Muniz, estabeleceu-se no Estado e vai comandar a realização de três longas-metragens. Por enquanto, a direção será entregue a realizadores cariocas. A primeira a filmar em paisagens do Rio Grande do Norte, com recursos do FSA e produção de Miniz, será Cris D’Amato.

Abaixo, a Revista de CINEMA destaca alguns dos filmes em pré-produção, produção e em fase de lançamento, oriundos das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

PARAÍBA

. “Jackson, na Batida do Pandeiro”, de Marcus Vilar e Cacá Teixeira

. “O Seu Amor de Volta (Mesmo que Ele Não Queira)”, de Bertrand Lira

. “Beiço de Estrada”, de Eliézer Rolim

. “Rebento”, de André Morais

. “Ambiente Familiar”, de Torquato Joel

. “Estrangeiro”, de Edson Lemos Akatoy

. “Sol Alegria”, de Tavinho e Mariah Teixeira

. “A Noite Amarela”, de Ramon Porto

. “Desvio de Conduta”, de Arthur Lins

. “Madame”, de André da Costa Pinto e Nathan Cirino

. “O Filho do Amoníaco”, de Manoel Fernandes

. “O Braço”, de Ian Abe

. “Fúria”, de Marcel Vieira

. “Fealdade”, de Tavinho Teixeira

. “Sob o Olhar das Estrelas”, de Sílvio Toledo

. “18 Andares”: Carol Oliveira

. “O que os Olhos não Veem”, de Vânia Perazzo

 

PERNAMBUCO

. “Bacurau”, de Kleber Mendonça e Juliano Dorneles

. “Piedade”, de Cláudio Assis

. “Vestido Branco, Véu e Grinalda”, de Marcelo Gomes

. “Salve o Prazer”, de Lírio Ferreira

. “Divino Amor”, de Gabriel Mascaro

. “Fim de Festa”, de Hilton Lacerda

. “Cafi”, de Lírio Ferreira (documentário)

. “King Kong en Assunción”, de Camilo Cavalcante

. “Beco”, de Camilo Cavalcante (documentário)

. “Superpina: Gostoso é Quando a Gente Faz!”, de Jean Santos

. “Estou me Guardando pra Quando o Carnaval Chegar”, de Marcelo Gomes (doc)

 

BAHIA

. “Dorivando Saravá, o Preto que Virou Mar”, de Henrique Dantas (doc)

. “Abaixo a Gravidade”, Edgard Navarro

. “A Ilha”, de Ary Rosa e Glenda Nicásio

. “Onde Dormem os Sonhos”, de Cecília Amado

. “Longe do Paraíso”, de Orlando Senna

. “Café, Pepe e Limão”, de Adler Paz

. “O Último Jogo”, de Roberto Studart

. “Cine Ruby, de Clarissa Rebouças

. “London Eye”, de Tiago Di Mauro

. “Sem Descanso”, Bernard Attal (doc)

. “Nina”, de Paulo Alcântara

. “A Vida é da Cor que Pintamos”, de Jorge Alfredo (doc)

. “Quarto Camarim”, de Camele Queiroz e Fabrício Ramos

. “Vaga-Lumes”, de Daniela Guimarães

. “Dr. Ocrides”, de Edson Bastos e Henrique Filho

. “Meu Tio Zé”, de Duca Rios (animação)

. “Orin: Música para os Orixás”, de Henrique Duarte

. “A Matriarca”, de Lula Oliveira

. “Silêncio”, de Henrique Dantas (ficção)

. “Bando, um Filme de”, de Lázaro Ramos e Tiago Gomes (doc)

. “Uma Mulher, uma Aldeia”, de Daniel Dourado e Marcelo Abreu Góis

. “A Pele Morta”, de Denise Moraes e Bruno Torres

. “Filho de Boi”, de Haroldo Borges

. “Sam”, de Paula T. Gomes

. “A Guerra do Algodão”, de Claudio Marques e Marília Hughes

. “Diários de Classe”, de Maria Carolina e Igor Souza

 

CEARÁ

. “Greta”, de Armando Praça

. “Fortaleza Hotel”, de Armando Praça

. “Pacarrete”, de Allan Deberton

. “Se Arrependimento Matasse”, de Lilia Moema

. “Meninas do Benfica”, de Roberta Marques

. “Inferninho”, de Guto Parente e Pedro Diógenes

. “Bate Coração”, de Glauber Filho

. “Os Pequenos Guerreiros”, de Bárbara Cariry

. “Mais Pesado que o Céu”, de Petrus Cariry

. “A Jangada de Welles”, de Petrus Cariry e Firmino Holanda

. “A Jovem Democracia”, de Kamilla Medeiros e Arthur Gadelha

. “Currais”, de David Aguiar e Sabina Colares

. “Tremor Iê”, de Elena Meirelles e Lívia de Paiva

. “Cine Holliúdy – A Chibata Sideral”, Halder Gomes

. “Soldados da Borracha”, de Wolney Oliveira

. “Vovozão, Coração do Meu Povão”, de Wolney Oliveira e Joe Pimentel

. “Escravos de Jó”, de Rosemberg Cariry

. “Notícias do Fim do Mundo”, de Rosemberg Cariry

. “O Jardim dos Girassóis”, Halder Gomes (pré-produção)

. “Bem vindo a Quixeramobim!”, de Halder Gomes (pré-produção)

. “Vermelho Monet”, de Halder Gomes (pré-produção)

 

GOIÁS

. “Vermelha”, de Getúlio Ribeiro

. “Parque Oeste”, de Fabiana Assis

 

ALAGOAS

. “Eu Vou Tirar Você deste Lugar”, de Marcélia Cartaxo

. “Cavalo”, de Werner Salles Baghetti e Rafhael Barbosa

. “Olhe para Mim”, de Rafhael Barbosa

. “Como se Monta uma Cena”, de Werner Salles Baghetti

 

PARÁ

. “Prá Ter Onde Ir”, Jorane Castro

. “Reflexo do Lago” , de Fernando Segtowick (doc)

. “O Cheiro da tua Carne Ainda Está Aqui”, de Paulo Fachavo e Felipe André

 

DISTRITO FEDERAL

. “O Outro Lado da Memória “, de André Luiz Oliveira

. “New Life”, de André Carvalheira

. “Oeste Outra Vez”, de Erico Rassi

. “Marés”, de João Paulo Procópio

. “Livro sobre Nada”, Fernando e Adriano Guimarães

 

AMAZONAS

. “A Terra Negra dos Kawa”, de Sérgio Andrade

. “Sacopenapã”, de Sérgio Andrade

. “Não São Horas” (Branca 3 Filmes) – doc

. “Gente-Estrela” (Tamba-Tajá Criações) – doc

. “Aos 15 Anos Tudo Vai Mudar” (Formiga de Fogo Filmes)

. “On/Off” (Artrupe Produções Artísticas)

 

ACRE

. “Empate”, de Sérgio de Carvalho

. “Bimi, Shu Ikaya”, de Isaka Huni Kuin, Siã Huni Kuin e Zezinho Yube

 

MATO GROSSO

. “Loop”, de Bruno Bini

. “A Batalha de Shangri-lá”, de Severino Neto e Rafael Carvalho

. “O Anel de Eva”, de Duflair Barradas

. “As Cores que Habitamos” , de Maria Thereza Azevedo (doc)

. “Mata Grossa”, de Tati Mendes e Amauri Tangará (doc)

. “Missivas”, de Caroline Araújo e Maurício Pinto

. “Vila Haiti”, de Luzo Reis

 

TOCANTINS

. “O Barulho da Noite”, de Eva Pereira

 

Por Maria do Rosário Caetano

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(2) Comente

  1. Muito legal a matéria, com uma gafe. Não existem “dois Mato Grosso” existe Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

  2. Matéria generalista…estranhamente incompleta e confusa…de alguém que conhece pouco…por exemplo…do cinema to “baiano”…F.

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