HL Filmes estreia filme de Orlando Senna sobre a história da independência da Bahia

“Sol da Bahia” é o segundo documentário do cineasta, codiretor de “Iracema – Uma Transa Amazônica, produzido por Hermes Leal

O canal de TV por assinatura CineBrasilTV lança, no próximo sábado, 13 de fevereiro, às 21h35, “Sol da Bahia”, filme do icônico cineasta Orlando Senna, que, recentemente, ganhou o Prêmio do Público de Melhor Filme do Festival de Brasília do ano passado, pelo seu último longa de ficção, “Longe do Paraíso”.

Em “Sol da Bahia”, o cineasta baiano presta homenagem à sua terra natal e à uma das histórias mais fascinantes do povo baiano: a Guerra da Independência da Bahia. Ocorrida de 1821 a 1823, o conflito de grandes proporções expulsou, definitivamente, as tropas portuguesas e consolidou a independência do Brasil, proclamada em 1822 por Dom Pedro I.

A independência da Bahia é comemorada no dia 2 de Julho, com um tradicional desfile, um cortejo que segue pelas ruas de Salvador, homenageando os heróis e personagens deste fato histórico do Brasil.

O filme aborda os feitos de alguns combatentes, elevados a ícones da cultura baiana, mas conhecidos superficialmente na cultura brasileira, como a freira-mártir Joana Angélica, a mulher-soldado Maria Quitéria, a escrava liberta e exímia capoeirista Maria Felipa, o índio Bartolomeu Jacaré, o Corneteiro Lopes e Madeira de Melo.

“Sol da Bahia” é um documentário-ensaio, gênero cujo tom está lastreado na soma harmônica entre o registro da realidade e uma reflexão subjetiva sobre o mundo, com o uso de atores, locações originais de onde os fatos ocorreram e imagens do desfile de 2 de Julho.

Com produção da HL Filmes, do Tocantins, o documentário reuniu equipe de profissionais do estado do TO e da Bahia, como o baiano Pedro Semanovischi, diretor de fotografia, e os tocantinenses Nival Correia, diretor de produção, e o produtor Hermes Leal, além do elenco de atores baianos que dramatizam as cenas dos combatentes, Caco Monteiro (Madeira de Melo), Gabriela Barreto (Maria Quitéria), Moreno Mattos (Corneteiro Lopes), Jaime Cunha (Bartolomeu Jacaré), Clara de Lima (Joana Angélica ) e Negona Irará (Maria Felipa).

O filme foi realizado através do financiamento do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), da Ancine, para o canal de TV por assinatura CineBrasilTV.

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