Há produção brasileira capaz de assegurar market share de 25% ao longo desse ano?
Foto: “Vitória”, de Andrucha Waddington © Suzanna Tierie
Por Maria do Rosário Caetano
Eis a pergunta que não quer calar nesse momento em que “Ainda Estou Aqui” brilha nas bilheterias e expõe-se com destaque na vitrine do Oscar: “Há filmes brasileiros capazes de assegurar market share (taxa de ocupação) de 25% de nosso mercado interno ao longo do ano em curso?”
2025 começou alvissareiro e promissor. Além de “Ainda Estou Aqui”, já na casa dos 5 milhões de espectadores, mais dois títulos brasileiros tiveram ótimos desempenhos – a comédia “O Auto da Compadecida 2”, de Guel Arraes e Flávia Lacerda (4,2 milhões de ingressos), e o infantil “Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa”, de Fernando Frahia (quase um milhão). Juntos, os três já venderam mais de 10 milhões de tíquetes. E deram à produção nacional o recorde de 25% no market share (durante o mês de janeiro).
Para manter tal taxa de ocupação – de um quarto de seu mercado interno –, algo que não se vê desde as décadas de 1970 e 1980, o país necessitaria de safra capaz de reunir significativo número de (futuros) blockbusters.
Quem examinar o quadro de lançamentos ofertado pelo Boletim Filme B, publicação especializada em mercado de cinema, editada por Paulo Sérgio Almeida, não irá deparar-se com títulos muito encorajadores. Ou seja, não verá a quantidade necessária de produções capazes de garantir que o ‘market share mensal’ se transforme no ‘market share anual’. Este – prevêem os mais realistas – terá dificuldade em superar os 12% ou 15%. Os otimistas, porém, acham que a maré mudou. O público voltou a se interessar pela produção made in Brasil.
Para os “realistas”, só um novo “Milagre da Compadecida” ajudará a levar o cinema brasileiro à expressiva marca de 25%. Nos últimos 35 anos, só em 2003, ano de “Carandiru”, “Lisbela e o Prisioneiro” e “Os Normais”, a produção nacional chegou perto dessa marca (superou 22%).
A expressão “Milagre da Compadecida” foi cunhada por Daniel Filho, cineasta, produtor e ex-homem forte das telenovelas da Rede Globo da era dourada. Ao ver o primeiro “O Auto da Compadecida” mobilizar 2 milhões de espectadores nos cinemas, depois de ser exibido como microssérie na mesma Globo (com Ibope altíssimo), o diretor de “Se Eu Fosse Você” (3,7 milhões, o primeiro; 6,2 milhões, o segundo) não se conteve. Rebatizou o filme de “O Milagre da Compadecida”.
E quem era a Compadecida da microssérie transformada em filme? A atriz Fernanda Montenegro (no “O Auto 2”, ela foi substituída por Taís Araujo).
Se Montenegro, já indicada ao Oscar (por “Central do Brasil”), assim como sua filha Fernanda Torres (por “Ainda Estou Aqui”), for mesmo milagrosa, ela poderá ajudar na conquista de bons índices para a produção brasileira nesse ano em curso. Afinal, ela protagoniza dois filmes – “Vitória”, de seu genro Andrucha Waddington, e “Velhos Bandidos”, de seu filho Claudio Torres.
No primeiro longa, Fernandona interpreta uma senhora aposentada, que – por filmar, da janela de seu apartamento, a ação de traficantes e policiais unidos no comércio de drogas – ajudou a desmontar a quadrilha. O filme inspira-se em personagem real, que sob nova identidade garantida pelo Programa de Proteção à Testemunha, foi viver em outra unidade da federação. Quando “Dona Vitória” morreu, Breno Silveira e equipe prepararam o roteiro desse drama policial e, depois, as filmagens. A morte precoce do cineasta (aos 58 anos, em 2022) levou o projeto, da Conspiração Filmes, para as mãos do diretor Andrucha Waddington.
No segundo longa protagonizado por Fernanda Montenegro – “Velhos Bandidos” –, ela contracena com o nonagenário (como ela) Ary Fontoura e com dupla mais jovem, interpretada por Bruna Marquezine e Vladimir Brichta. A trama, uma comédia policial, mostra casal de aposentados, que planeja assalto a banco, mas precisa somar forças com casal no vigor da juventude. Sem os mais moços, afinal, os veteranos não conseguirão executar o plano com a perfeição necessária. Só que, no caminho deles, estará um investigador obstinado, interpretado por Lázaro Ramos.

A comédia, aliás, é o gênero que tem representação numérica mais significativa no time de produções que tentarão obter boa performance nas bilheterias. Sem Paulo Gustavo (1978-2021), o Midas do humor cinematográfico brasileiro dos anos 2000, os diretores voltaram a apostar no comediante Leandro Hassum. Que, registre-se, desde que emagreceu, não anda agradando (ou conseguindo gordas bilheterias).
O comediante começa o ano encarnado em “Uma Advogada Brilhante”, personagem criada por Ale McHaddo (a diretora trans Alexandra Machado de Sá, que fez sua transição há cinco anos). O filme mostra a história da Doutora Michelle, um homem que finge ser mulher, para não ser demitida. Afinal, a empresa, na qual ela trabalha, acaba de ser adquirida pelo maior escritório de advocacia do país. A nova direção resolve realizar demissões para equiparar o número de homens e mulheres. O filme estreia dia 6 de março.
Depois do papel feminino, Leandro Hassum será visto como “O Rei da Feira”, comédia de Felipe Jofilly (estreia em 8 de maio). O filme gira em torno de um feirante que é assassinado de forma misteriosa. Ele, porém, decidirá retornar ao mundo dos vivos para ajudar a solucionar o crime.
Leandro Hassun – pasmem – será visto no segundo semestre (estreia prevista para 14 de agosto) encarnado em Silvio Santos. Sim, o apresentador que foi cinebiografado por Marcelo Antunez, em longa-metragem recente e de baixa bilheteria (menos de 100 mil ingressos). O novo “Silvio Santos” tem direção de Cris D’Amato. Resta saber o que motivou a existência desse segundo filme sobre o dono do Baú da Felicidade, com lançamento programado para onze meses depois da estreia antuniziana.
Um campeão de bilheteria – o ator Wagner Moura (“Tropa de Elite 2” fez mais de 11 milhões de espectadores) – poderá levar Kleber Mendonça Filho (KMF) a seu primeiro filme com mais de um milhão de espectadores – “O Agente Secreto”, filmado no Recife.
KMF, todos sabemos, nunca desprezou o público. Ao contrário, sempre fez filmes autorais, mas interessados na cumplicidade do espectador. Estreou com um documentário – “Crítico” (2008) – uma produção doméstica, que teve exibição nos cinemas e chegou ao streaming. Sua estreia na ficção – “O Som ao Redor” (2012) – beirou os 100 mil ingressos. “Aquarius” (2016), com Sônia Braga, chegou a 400 mil. “Bacurau” (2019), que dirigiu em parceria com Juliano Dornelles, roçou o milhão de espectadores.
O cineasta recifense contou à Revista de CINEMA que, “se tudo der certo”, pretende lançar “O Agente Secreto”, um filme ambientado nos tempos da ditadura militar instaurada em 1964, “no segundo semestre”.
Se ele seguir o ritual de seus três filmes ficcionais, o Festival de Gramado (13 a 23 de agosto) será palco de sua pré-estreia brasileira. Foi assim com “O Som ao Redor”, que disputou o Troféu Kikito, “Aquarius” e “Bacurau” (ambos competiram no Festival de Cannes, no qual este foi premiado). E foram guardados para a noite inaugural do festival gaúcho.
Então, dá para supor que KMF e Wagner Moura estejam se guardando para quando o festival (de Cannes) chegar (13 a 24 de maio). E, depois de exatos três meses, subir, juntos, rumo à serra gaúcha. A estreia comercial – vale apostar – deve acontecer no final de agosto ou em setembro.

Fora os dois filmes da “milagrosa Compadecida” e o quinto longa de KMF, que outros títulos podem superar a barreira do milhão de espectadores nesse ano de 2025?
O mais certo é o infanto-juvenil “DPA – O Fantástico Reino de Ondion”, franquia ligada à Rede Globo, de sucesso inegável.
O quarto “DPA”, dedicado à novíssima geração de detetives do prédio azul, tem Mauro Lima, mais uma vez, no comando. O diretor de “Meu Nome Não É Johnny” e “Tim Maia” conhece (e busca) o sucesso.
Há outros títulos que, hipoteticamente, podem superar a barreira do milhão: “Deus Ainda é Brasileiro”, de Carlos Diegues (1940-2025), a cinebiografia do pai da Turma da Mônica (“Mauricio de Souza – O Filme”, de Pedro Vasconcelos e Rafael Salgado), a comédia rasgada “A Sogra Perfeita”, de Cris D’Amato (com os pândegos Cacau Protásio e Rodrigo Sant’anna), “Agentes Especiais”, de Pedro Antônio (não confundir com o “Agente Secreto”, de KMF), e — quem sabe — “Homem com H”, de Esmir Filho (cinebiografia ficcional de Ney Matogrosso).
Por que dar destaque a esses títulos? Eles vão dar certo? Afinal, muitas comédias brasileiras estão flopando. Mas brasileiro gosta de rir, gosta de MPB (daí as chances do Ney Matogrosso ficcional, ele que já foi tema de vários longas documentais) e de cinebiografias. E estes filmes destacados têm grandes distribuidoras na retaguarda (Paris Filmes, Sony, Disney etc.).
O cearense Halder Gomes, que tem três títulos programados para 2025, conseguirá emplacar no “Time do Milhão de Ingressos” algum deles?
O primeiro será “C.I.C. – Central de Inteligência Cearense”, distribuído pela poderosa Paris Filmes. Depois virá “O Shaolin do Sertão 2”, fincado na parceria da Downtown com a mesma Paris. Bruno Wainer, da DT, é fã e apoiador juramentado do comediante cearense e de seu ator-fetiche, Edimilson Filho.
Para completar o cardápio, Halder Gomes, em parceria com Glauber Filho, assina “O Caçador de Malassombro”, (também da lista de ofertas da Paris Filmes). Como se vê, Marcio Fraccarolli também é admirador juramentado do diretor de “Cine Holiúdy” (2012).
“Traição Entre Amigos”, a nova comédia do ex-Midas Bruno Barreto, terá bom desempenho na bilheterias? Nunca é demais lembrar que Bruno foi o recordista de público da era embrafílmica (em 1976, “Dona Flor e seus Dois Maridos” vendeu 10.734.000 ingressos).
O diretor carioca, que fez sucesso, também, com “A Estrela Sobe” e “O Casamento de Romeu e Julieta”, anda, porém, distante de novos êxitos. No próximo dia 16 de março, ele completará 70 anos, com 23 longas-metragens no currículo. Conseguirá festejar seu septuagenário com a boa bilheteria de “Traição Entre Amigos”? Este filme será capaz de superar os recentes “Vovó Ninja” e “Férias Trocadas”, ambos de desempenho modesto? O trunfo de Bruno Barreto, dessa vez, é atriz Larissa Manoela.
Há filmes que podem surpreender com bilheterias medianas (acima de 100 mil ou 200 mil ingressos, por exemplo). Será esse o caso de “A Melhor Mãe do Mundo”, de Anna Muylaert? Ela conseguirá desempenho semelhante ao de “Que Horas Ela Volta?” (quase 500 mil espectadores em 2025)? Afinal, retorna, nessa nova história, tema da maternidade. O novo filme é protagonizado por Shirley Cruz (com participação de Seu Jorge).
Os desafios de Anna Muylaert continuam imensos. A começar pela distribuidora, a pequena Galeria. E a cineasta vem de doloroso fracasso comercial (não artístico!!). “O Clube das Mulheres de Negócios” ficou na faixa dos dez mil espectadores.
A estreia de “A Melhor Mãe do Mundo” está prevista para o final de agosto. Sinal que Anna Muylaert, que, nesse momento, participa do Festival de Berlim, poderá repetir suas duas experiências gramadianas. Em 2002, ela conquistou sete troféus Kikito com “Durval Discos”. Ano passado, causou sensação com sua imensa equipe, no tapete e no debate do “Clube de Mulheres”.

No terreno do documentário, dois títulos merecem destaque e, quem sabe, cheguem a 50 mil espectadores (ou milagrosamente, a mais que isso): “Três Obás de Xangô”, de Sérgio Machado, e “Milton Bituca Nascimento”, de Flávia Moraes.
Nesses tempos em que nomes como os de Donald Trump, Elon Musk e Bolsonaro nos enchem de aflições e medos, que tal tomar uma “injecção de felicidade” nos cinemas?
Segue, pois, um bom conselho: saia de casa (estreia agendada para 24 de abril) para assistir a “Três Obás de Xangô”, representados pelos baianos Jorge Amado e Dorival Caymmi, e pelo argentino, baiano adotivo, Carybé. Essa trinca enche a tela de alegria e amor pelo Brasil. E fala bobagens, algumas erotizadas, como ninguém.
Antes, em 20 de março, os melômanos têm encontro marcado com “Milton Bituca Nascimento”, longa documental da gaúcha Flávia Moraes. Seria ela a pessoa ideal para dirigir um filme sobre o artista mineiro, nascido no Rio?
Quem assistir ao “Bituca” entenderá por que Flávia foi a escolhida. Radicada em Los Angeles, nos EUA, ela conseguiu acessar nomes estadunidenses do peso de Wayne Shorter, Quincy Jones, Pat Mettheny, Paul Simon, Esperanza Spalding etc. etc., para tecer loas ao genial esteio do Clube da Esquina, dono de voz misteriosa e única.
O filme aposta, pois, em recorte internacional. Sem esquecer, claro, a nata da MPB, com testemunhos dos grandes companheiros de travessia de Milton (Chico, Caetano, Gil, João Bosco, Ivan Lins). E, claro, os “esquineiros” de Belo Horizonte. Afinal, “Bituca” compõe uma trilogia, mesmo que involuntária, com “Lô Borges – Toda Essa Água” e “ Nada Será Como Antes – A Música do Clube da Esquina”.
Filmes de tamanho médio e significativo empenho artístico, que marcaram presença no circuito de festivais, também têm estreias agendadas. Caso de “Oeste Outra Vez”, de Erico Rassi, um belo western crespuscular, vencedor do Festival de Gramado, ano passado. Não percam.
Já o vencedor do Festival do Rio, dois (sim dois!) anos atrás – “A Batalha da Rua Maria Antônia”, de Vera Egito – só deve seduzir os fetichistas do plano-sequência. Da história dos embates entre a turma universitária do Mackenzie e os uspianos da Maria Antônia, ocorridos em 1968, pouco se saberá. Um dos filmes mais, digamos, artificiosos da história do cinema brasileiro. Mas há quem goste.
Está agendado para 10 de abril, o pernambucano, rodado na Ilha do Marajó, “Manas”, de Marianna Brennand. O filme passou por festivais internacionais e nacionais e acumulou muitos prêmios. No mesmo dia, estreia “Malês”, de Antônio Pitanga.
Por fim, fiquem atentos ao híbrido “Mário de Andrade – O Turista Aprendiz”, de Murilo Salles. Um filme feito em estúdio, mas que nos conduz ao coração da Floresta Amazônica. Graças à magia do cinema.
Os três (o western de Rassi, a Maria Antônia de Vera e o Mário de Murilo) chegam aos cinemas no mesmo dia – 27 de março.
E anote em sua agenda (dia 3 de abril): “Os Enforcados”, de Fernando Coimbra, com Leandra Leal. Depois do denso e atmosférico “O Lobo Atrás da Porta” (2013), Coimbra se entregou às séries de TV. Regressa com um filme que promete buscar diálogo com o público. E tem a Paris Filmes na retaguarda. A sorte está lançada.
Aguardem, também, “Serra das Almas”, um thriller em ambiente bruto, comandado pelo pernambucano Lírio Ferreira (nos cinemas em 24 de abril). E a volta ao circuito exibidor do discreto Arthur Fontes, da produtora Conspiração, com a comédia “Uma Mulher sem Filtro” (dia 17 de abril). Fontes não lança um longa-metragem desde o juvenil e cativante “Pode Crer!” (2007).
Confira as estreias previstas:
Nessa quinta-feira, 20 de fevereiro
. “Fé para o Impossível”, de Ernani Nunes
. “Os 80 Gigantes”, de Joana Nin
. “Marietta Baderna – Dos Palcos aos Dicionários”, de Mariana Alvim
Dia 27 de fevereiro
Nenhuma estreia brasileira prevista (é chegada a hora e vez dos filmes indicados ao Oscar que ainda não estrearam. A entrega dos troféus ocorrerá três dias depois, no domingo de Carnaval, 2 de março)
Dia 6 de março
. “Uma Advogada Brilhante”, de Ale McHaddo (com Leandro Hassum)
Dia 13 de março
. “Vitória”, de Andrucha Waddington (com Fernanda Montenegro)
. “O Melhor Amigo”, de Allan Deberton
. “Amizade”, de Cao Guimarães
Dia 20 de março
. “Milton Bituca Nascimento”, de Flávia Moraes
. “Mato ou Morro”, de Caco Souza
. “Mundo Proibido”, de Alê Camargo (animação)
. “Girassol Vermelho”, de Eder Santos
. “Sobreviventes do Pampa”, de Rogério Luís Rodrigues
. “Oroboro”, de Pablo Lobato
Dia 27 de março
. “Oeste Outra Vez”, de Erico Rassi (vencedor do Fest Gramado 2024)
. “A Batalha da Rua Maria Antônia”, de Vera Egito (vencedor do Festival do Rio 2023)
. “Mário de Andrade – O Turista Aprendiz”, de Murilo Salles
. “Câncer com Ascendente em Virgem”, de Rosane Svartman
Dia 3 de abril
. “Os Enforcados”, de Fernando Coimbra
. “Criaturas da Mente”, de Marcelo Gomes
Dia 10 de abril
. “Malês”, de Antônio Pitanga
. “Manas”, de Marianna Brennand
. “Perfeitos Desconhecidos”, de Júlia Jordão
Dia 17 de abril
. “Uma Mulher sem Filtro”, de Arthur Fontes
Dia 24 de abril
. “Três Obás de Xangô”, de Sérgio Machado
. “Serra das Almas”, de Lírio Ferreira
. “Sobreviventes”, de José Barahona (Brasil-Portugal)
Dia primeiro de maio
. “Homem Com H”, de Esmir Filho
. “Os Dragões”, de Gustavo Spolidoro
Dia 8 de maio
. “Lispectorante”, de Renata Pinheiro
. “Virgínia e Adelaide”, de Jorge Furtado e Yasmin Thayná
. “O Rei da Feira”, de Felipe Jofilly (com Leandro Hassum)
Dia 15 de maio
. “A Entrega”, de Fábio Faria
Dia 22 de maio
. “Traição Entre Amigos”, de Bruno Barreto (com Larissa Manoela)
Dia 29 de maio
Nenhuma estreia prevista
Dia 5 de junho
. “Mãe Fora da Caixa”, de Manuh Fontes
Dia 12 de junho
Nenhuma estreia prevista
Dia 19 de junho
. “A Sogra Perfeita”, de Cris D’Amato
Dia 26 de junho
Nenhuma estreia prevista
Dia 3 de julho
. “DPA, O Fantástico Reino de Ondion”, de Mauro Lima
Dias 10, 17 e 24 de julho
Nenhuma estreia prevista
Dia 31 de julho
. “C.I.C. – Central de Inteligência Cearense”, de Halder Gomes
Dia 7 de agosto
. “A Queda do Céu”, de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha
Dia 14 de agosto
. “Silvio Santos”, de Cris D’Amato (com Leandro Hassum)
. “O Velho Fusca”, de Emiliano Ruschel
Dia 21 de agosto
. “A Melhor Mãe do Mundo”, de Anna Muylaert
Dia 28 de agosto
. “Por um Fio”, de David Schurmann
Dia 4 de setembro
. “Agentes Especiais”, de Pedro Antônio (DT-Paris)
. “O Caçador de Malassombro”, de Halder gomes e Glauber Filho
Dia 11 de setembro
Nenhuma estreia prevista
Dia 18 de setembro
. “Uma Babá Gloriosa”, de Juan Pablo Pires
Dia 25 de setembro
Nenhuma estreia prevista
Dias 2, 9 e 16 de outubro
Nenhuma estreia prevista
Dia 23 de outubro
. “Deus Ainda é Brasileiro”, de Carlos Diegues
. “Mauricio de Souza – O Filme”, de Pedro Vasconcelos e Rafael Salgado (Disney)
Dia 30 de outubro
Nenhuma estreia prevista
Dia 6 de novembro
.“O Shaolin do Sertão 2”, de Halder Gomes
Dias 13, 20 e 27 de novembro
Nenhuma estreia prevista
Dias 4, 11, 18 e 25 (Natal) de dezembro
Nenhuma estreia prevista
Alguns filmes com datas por definir
. “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça
. “Centro Ilusão”, de Pedro Diógenes
. “Luiz Gonzaga – Légua Tirana”, de Diogo Fonseca e Marcos Carvalho
. “Meus Quatro Maridos”, de Fred Mayrink e Naura Schneider
. “Antônio Bandeira – O Poeta das Cores”, de Joe Pimentel
. “A Primavera”, de Daniel Aragão e Sérgio Bivar
. “Maloucos”, de Bruno Bennec (infantil)
. “De Volta à Bahia”, de Swen
. “Nada”, de Adriano Guimarães
. “Um Cisne entre os Lobos”, de Marcos Schechtman (primeiro semestre)
. “O Último Azul”, de Gabriel Mascaro (segundo semestre)