Festival In-Edit ocupa São Paulo com documentários musicais sobre Alaíde Costa, Jocy Oliveira, Flora e Airto e tributo a Moacir Santos
Foto: “Vivo 76”, de Lírio Ferreira
Por Maria do Rosário Caetano
A décima-oitava edição do Festival In-Edit Brasil, que terá sua noite inaugural nessa quarta-feira, 17 de junho, transformará São Paulo na capital brasileira do documentário musical.
Múltiplos espaços – CineSesc, Cinemateca Brasileira, Cinusp, Bijou, Matilha Cultural, Spcine Olido e Sala Paulo Emilio – serão palco de exibições cinematográficas, debates, shows e pockets shows, bates-papos descontraídos, festas, testemunhos e rememorações. E, claro, da Feira do Vinil, que agitará, no domingo, 21, a ampla sede da Cinemateca Brasileira, na Vila Mariana.
Serão exibidos filmes sobre mulheres notáveis, como Alaíde Costa, Jocy de Oliveira, Dona Onete, Baby Consuelo, Fernanda Abreu, Flora Purim (e seu inseparável companheiro de estrada musical e existencial Airto Moreira). E homens notáveis, como o já citado Airto, que se somará, nas imagens impressas na tela, a Ary Barroso, Mateus Aleluia, Alceu Valença, o cravista Roberto de Regina, Ruy Barata, Mestre Ambrósio e sua trupe, entre muitos outros.
Um artista muito especial receberá merecido tributo do In-Edit Brasil – o grande compositor, arranjador e trilheiro musical pernambucano-paraibano-cidadão do mundo Moacir Santos. Se vivo fosse, ele estaria completando 100 anos.
Moacir ainda não ganhou um longa-metragem para registrar sua carreira no Brasil e nos EUA, mas fez por merecer magnífico tributo musical (o álbum duplo “Ouro Negro”, fruto do labor de Mario Adnet e Zé Nogueira), e livro biográfico pesquisado e escrito por Andrea Ernest Dias (“Os Caminhos de um Músico”). Pois Andrea e Adnet, músicos ambos, vão conversar com o público sobre “O Legado de Moacir Santos”, alternando músicas e bate-papo sobre vida e obra do artista que Vinicius de Moraes saudou, no “Samba da Benção”, com os versos “A benção, Moacir Santos/ tu que não és um só/ és tantos”.
A lista de atrações internacionais do In-Edit é imensa, com predominância de nomes (do passado e do presente) vindos da música anglo-saxã. Mas haverá, ainda que reduzido, espaço para outras geografias e outros astros. Caso dos ibéricos Pablo Milanés e Yerai Cortés; europeus, com o alemão Kurt Weill, parceiro de Brecht; sírios, como o clarinetista Kinan Azmeh, e africanos, com os malinenses Amadou e Marian.
Para aqueles que não dispuserem de tempo para maratonar de sala em sala até 28 de junho, quando o In-Edit Brasil encerra seus doze dias de atividade, registramos, aqui, algumas sugestões da Revista de CINEMA.
Não percam o longa “Universo Circular – Jocy de Oliveira” (93 minutos), produção que uniu Brasil e Alemanha, sob o comando do cineasta Dácio Pinheiro. O filme revisita a obra da quase nonagenária pianista, artista de vanguarda e introdutora da música eletrônica no Brasil.
O material reunido é de imensa riqueza. A artista, que foi casada com o maestro Eleazar de Carvalho, relembra sua trajetória, sempre fartamente ilustrada. Jocy, uma performer do som e também da imagem, compartilhará partituras e cartas trocadas com parceiros com os quais dialogou ou trabalhou. Do naipe de Stravinsky, Xenakis, Luciano Berio, John Cage e Stockhausen. As imagens são mobilizadoras e o ritmo da montagem exato. Um filme protagonizado por uma mulher inquieta, que reflete sobre o tempo, a memória e a criação artística.

Imperdíveis, também, são “Dona Onete – Meu Coração neste Pedacinho Aqui”, belo retrato da artista paraense, desenhado por Mini Kerti, “Vivo 76”, mergulho de Lírio Ferreira na obra do conterrâneo Alceu Valença, falastrão como ele só (por sorte tem muito o que dizer e o faz de forma irresistível), “Ary”, sobre o sestroso Ary Barroso, visto pelo cineasta, músico e musicólogo André Weller, e “Apopcalipse Segundo Baby” (110 minutos), de Rafael Saar. Este, claro, sobre a “aPOPcalíptica” Baby Consuelo. Ou Baby do Brasil.
Bernardete Dinorah de Carvalho Cidade nasceu em Niterói. Fugiu de casa e foi dar os costados na Bahia. Tinha 17 anos, pouquíssima grana, dormiu na areia de praia soteropolitana, e viria a se tornar uma “Nova Baiana”. Casou-se com Pepeu Gomes, teve uma penca de filhos, todos batizados com nomes hippies-exóticos, e converteu-se ao evangelismo. Mas o filme prioriza a cantora, não a pregadora.
“Entre o Sucesso e a Lama” (86 minutos) é mais uma realização do experiente e inquieto Cristiano Burlan, vencedor do Festival É Tudo Verdade com “Mataram meu Irmão”. Gaúcho-paulistano, o cineasta registra a gravação de disco que mobiliza dezesseis artistas, sob a mentoria de grandes nomes do rap nacional, como Gaspar Z’África e Edi Rock, este, um dos integrantes-fundadores do Racionais MC. Enquanto os rappers gravam seu disco, o local onde se encontram, o Teatro de Contêiner, projeto cultural de grande importância na metrópole paulistana, se vê no centro de disputa imobiliária que envolve a Prefeitura, a Guarda Civil Metropolitana e outros interesses especulativos.
O filme documenta, pois, uma vitória, a dos rappers que preparam suas composições até registrá-las em disco, e prenuncia — pela presença ostensiva de forças policiais e helicópteros — a destruição da sede física do Coletivo Contêiner Mungunzá. O despejo se daria, para valer (e para lamentarmos), em março último.
O longa documental de Burlan torna-se o vigoroso registro da luta de músicos e atores por espaço de criação destruído por um poder público insensível e escorado na força das armas.
Um caso à parte é o documentário “Ninguém Pode Provar Nada” (104 minutos), de Rodrigo Pinto. O filme tem como razão de ser a louca trajetória do jornalista, compositor e produtor mineiro-carioca Ezequiel Neves (1935-2010).
Já de saída, o cineasta avisa que “o filme usou recursos de IA (Inteligência Artificial) e outras drogas”. Usou também trechos de filmes de existência real (como “Bandido da Luz Vermelha”, “Jardim de Guerra”, “Beth Balanço”, “Um Trem para as Estrelas”, “Som, Sol & Surf-Saquarema”) e outros “inventados”.
Para narrar as delirantes aventuras de Ezequiel Neves, “o Exagerado Número 1”, o cineasta Rodrigo Pinto, também vindo do rock, processou mais de 60 horas de entrevistas inéditas e formidável material de arquivo. E testemunhos de muitos que se entenderam (ou brigaram) com Ezequiel. Ele não era fácil. Cultivava excessos, inventava entrevistas e mentiras de pequena monta, urdia lorotas ou apostava em “verdades afiadas”.
O produtor, nascido em BH, trabalharia com Rita Lee, Made in Brazil, Barão Vermelho e Cazuza. Na narrativa do filme despontam Maria Bonomi, Ana Maria Baiana, Jamari França, Frejat, Roberto de Carvalho, Lucinha Araújo, Nelson Motta, Antônio José Miguel, Maurício Kubrusly e outros mais.
E, para melhor representar o “Exagerado”, Rodrigo Pinto convoca o ator Emílio Mello que dará voz a Zeca Jagger, codinome adotado pelo próprio Ezequiel em seus muitos ofícios. O espectador se perguntará se está assistindo a um documentário ou a uma ficção delirante, criada para retratar um fabulador desmedido.
O In-Edit, que este ano exagerou na dose de filmes oriundos do mundo anglo-saxão, segue porém generoso com o cinema brasileiro, que ganha espaço nobre e espalha-se por cinco segmentos: a Competição Nacional de Longas-Metragens, a Mostra Brasil, o Brasil.Doc, o Curta um Som (competição de curtas-metragens) e Sessões Especiais.
A Competição Brasileira apresentará oito títulos, sendo quatro deles inéditos. Fazem sua première no In-Edit os longas “Entre o Sucesso e a Lama”, de Cristiano Burlan, “O Cravista”, de Luiz Eduardo Ozório, “Pontos de Força”, de Vânia Lima, sobre o mestre Mateus Aleluia, e “Universo Circular – Jocy de Oliveira”, de Dácio Pinheiro).
A eles se somarão “Dona Onete – Meu Coração neste Pedacinho Aqui”, de Mini Kerti, “Ninguém Pode Provar Nada”, de Rodrigo Pinto, “Massa Funkeira”, de Ana Rieper, e “Vivo 76”, de Lírio Ferreira. Estes quatro filmes, já exibidos em outros festivais, estão agora concorrendo entre iguais. Ou seja, no gênero que os abriga – o documentário musical. O que vencer a competição, representará o Brasil no In-Edit Espanha, em Barcelona, berço de festivais-hermanos, espalhados por vários países.
O realizador do filme laureado irá, pessoalmente, apresentá-lo no In-Edit Barcelona 2026 e sua obra integrará o Circuito In-Edit de Festivais, que lhe garantirá difusão internacional.
“O Cravista” registra a trajetória do mestre Roberto de Regina. O diretor Luiz Eduardo Ozório define seu personagem como “um senhor de 97 anos, muito do bem-humorado”, que “narra sua trajetória musical com perspicácia e discorre prazerosamente sobre seu instrumento, o cravo”.
O filme reflete sobre o legado pioneiro de De Regina, sedimentado “na introdução de instrumentos de época na música erudita tocada no Brasil”, enquanto “enfrentava desafios impostos pelo preconceito e pela resistência às mudanças”.
Vânia Lima tem o músico Mateus Aleluia como protagonista de “Pontos de Força” (78 minutos). O artista baiano, que viveu na África moçambicana, nos guia por lugares sagrados do Candomblé, em Cachoeira, no Recôncavo Baiano.
O longa se propõe a realizar “profunda imersão nessa região geográfica onde a ancestralidade e (re)existência dialogam de maneira intensa”. E busca “um registro sensível em temas como a fé, conexão com a natureza e memória dos antepassados transformados em música”.
“Dona Onete – Meu Coração neste Pedacinho Aqui” (90 minutos) é exuberante, pois foi filmado com gosto e sem economia de recursos (mobilizados pela produtora Conspiração).
Mini Kerti registra sua protagonista, uma senhora cheia de vida e energia, entre rios e matas do Pará, em bares e reuniões com amigas nas cidades de Cachoeira do Arari, onde nasceu, ou em Belém, seu segundo lar.
Dona Onete, hoje com 87 anos, relembra sua trajetória, desde os tempos em que era professora e militante sindical até conhecer o sucesso como cantora. E o filme se enriquece com a participação orgânica e mobilizadora de Gaby Amarantos, Jaloo e Seu Manoel Cordeiro. Os três artistas não estão ali para dar declarações laudatórias sobre a colega veterana. Estão ali, em processo de comunhão de almas e projetos artísticos, unidos pelo amor à música do Pará. Veremos a protagonista do filme cantando banzeiros, festejando os botos, cheiros e sabores da floresta. A educadora, que ela nunca deixou de ser, ama orgulhosamente sua terra amazônica. Para louvá-la soma, com humor e sabedoria, cantos e danças populares.
“Massa Funkeira” (90 minutos) é o trabalho de Ana Rieper que sequencia o ótimo documentário dedicado ao Clube da Esquina (“Nada Será Como Antes”) e o ensaístico “Paraíso”.
Dessa vez, a diretora leva suas câmeras para o universo do funk carioca, tendo como ponto de partida um de seus componentes mais controvertidos – o sexo. Rieper garante que enfrentou o tema “sem moralismos”. E que “o filme revela como, através do corpo, da dança, das letras e vivências de seus artistas, o funk expressa resistência, desejo, prazer e afirmação pessoal, tornando-se força vital e cultural da periferia brasileira”.
“Vivo 76” (102 minutos) é mais um belo filmusical de Lírio Ferreira, ele que já mergulhou na obra de Humberto Teixeira (“O Homem que Engarrafava Nuvens”), Cartola (“Música para os Olhos”) e Hermeto Paschoal (O Menino d’Olhos d’Agua”). Dessa vez, ele tem um conterrâneo (e cineasta como ele), o elétrico cantautor Alceu Valença, como personagem.
Lírio construiu documentário criativo e irresistível sobre o falante conterrâneo. E o fez a partir de um disco, o terceiro de Alceu – “Vivo 76”, gravado, claro, em 1976. Mas o filme vai deixar sua estrada principal (o elepê) e passear por diversas estradinhas vicinais. Felizmente sem perder o rumo.
O autor de sucessos futuros como “Anunciação”, “Tropicana” e “Como Dois Animais” evocará suas origens, o amor edipiano pela mãe, as loucuras dos anos de psicodelia e de fusões dos mais genuínos ritmos nordestinos com a eletricidade do pop-rock.
Alceu, claro, será visto em performances memoráveis das canções que compõem o disco gravado ao vivo. Caso raro, já que o pernambucano estava nos começos de sua trajetória fonográfica.
Um registro que se faz necessário e justo: a presença generosa do parceiro e conterrâneo Geraldinho Azevedo. Os dois brilham, em dueto memorável, magnificamente fotografados por Ivo Lopes Araújo.

Na imensa programação do In-Edit Brasil destacam-se dois filmes que podem sensibilizar espectadores que acompanham a trajetória do suíço Georges Gachot (“Unisono”) e aqueles que têm interesse pela trágica Guerra Civil Espanhola, tida como um dos últimos conflitos bélicos movidos por causa justa, não por ganância imperialista (“La Marsellesa de los Borrachos”).
Gachot dedicou vários filmes à música brasileira (ao Samba, a João Gilberto, Nana Caymmi e Maria Bethânia). Seu novo filme se passa na Suíça, ambientado na histórica igreja de Boswil e acompanha “jovens músicos empenhados na renovação do sentido da música clássica no tempo presente”.
Entre ensaios e apresentações, o cineasta observa como eles reinterpretam obras de Dvorák e Górecki, enquanto dialogam com propostas contemporâneas, como o concerto “Best of Beethoven”, do finlandês Iiro Rantala.
“La Marsellesa de los Borrachos”, coprodução entre Espanha, França e Itália dirigida por Pablo Gil Rituerto, narra (em 96 minutos) a busca por canções populares dos tempos da Guerra Civil Espanhola (1936-1939). Cantos que permaneceram vivos na memória oral dos espaços afetados pelo conflito bélico.
Em 1961, dois pesquisadores italianos cruzaram a Espanha para registrar tais canções, aquelas que teimavam em resistir nos recônditos da memória. Décadas depois, o documentarista Rituerto refaz o mesmo percurso, com a intenção de resgatar “os cantos de resistência, dor e esperança”. As músicas são interpretadas por novas vozes, sem acompanhamento musical, só com o que sobreviveu na memória.
Confira a programação do festival:
SESSÃO DE ABERTURA
. “Fugs Film!”, de Chuck Smit – Produção norte-americana, que retrata a trajetória do The Fugs, tido como a primeira banda underground de Nova York e expoente da contracultura. No CineSesc, abertura gratuita, às 20h. Os ingressos podem ser retirados uma hora antes da sessão, na bilheteria do cinema da Rua Augusta.
SESSÕES ESPECIAIS
. “A Noite de Alaíde”, de Liliane Mutti
. “Flora & Airto – O Som Revolucionário”, de Jom Tob Azulay
. “Nativo” (Ruy Barata), de Vladimir Cunha
. ”Botinada!”, de Gastão Moreira
. “Ganga Zumba, O Rei de Palmares”, de Carlos Diegues
COMPETIÇÃO BRASILEIRA
. “O Cravista”, de Luiz Eduardo Ozório
. “Entre o Sucesso e a Lama”, de Cristiano Burlan
. “Pontos de Força”, de Vânia Lima
. “Dona Onete – Meu Coração neste Pedacinho Aqui”, de Mini Kerti
. “Ninguém Pode Provar Nada”, de Rodrigo Pinto
. “Massa Funkeira”, de Ana Rieper
. “Vivo 76”, de Lírio Ferreira
MOSTRA BRASIL
. “Apopcalipse Segundo Baby”, de Rafael Saar
. “Ary”, de André Weller
. “Fernanda Abreu – Da Lata 30 Anos”, de Paulo Severo
. “Nem Tudo É Paz e Amor”, de Betão Aguiar
. “Rei da Noite”, de Cassu, Lucas Weglinski e Pedro Dumans
. “Canecão – Tantas Emoções”, de Bruno Levinson
. “Vou Tirar Você Deste Lugar”, de Dandara Ferreira
BRASIL.DOC
. “Canto da Gente – Um Filme Sobre os Tápes”, de Matheus Borges
. “ Hip Hop Caboclo”, de João Nascimento
. “ Gritos de Agonia”, de Márcio Crux
. “O Homem do Fraque Verde”, de Petrônio Lorena
. “Punks do ABC”, de Jairo Costa
CURTA UM SOM (curtas-metragens)
. “Bárbara – A Força da Ancestralidade”, deEdson Spitaletti e Sandro Cácio
. “Batuque da Fêra, de Uyatã Rayra e Pedro Patrocínio
. “Bira Rasta, Eu Sou a Onda, de Gregori Bastos
. “Bregueragem, de Daniel Arcades
. “Duque de Caxias, o Albergue do Rock, de Guilherme Zani
. “Nação Hip Hop: Cultura de Rua”, de Laia Orisa
. “Não Quero Ser Capeta, Não!”, de Duna Dias e Leonardo Augusto
. “O Carnaval é de Pelé”, de Daniele Leite e Lucas Santos
. “Ressonâncias”, de Ana Amélia Arantes
. “Silêncio na Boiada”, de Luiza Fernandes
PANORAMA MUNDIAL
. “Esto es Raptor House” (Espanha). “La Partitura del Cosmo” (Espanha e Colômbia)
. “La 42 (42nd Street)” – (República Dominicana)
. “Agridulce” (EUA-República Dominicana)
. “Unisono” (Suíça e Alemanha). “Amadou & Marian: The Blind Couple from Mali” (Canadá)
. “Half Moon” (Holanda)
. “The Best Summer” (EUA, Austrália, Indonésia e Tailândia)
. “Boy George & Culture Club”, de Alison Ellwood (EUA-Inglaterra)
. “Sun Ra: Do The Impossible” (EUA)
. “Born Innocent: The Redd Kross Story (EUA)
. “Di’Anno: Iron Maiden’s Lost Singer (EUA)
. “Cheech & Chong’s Last Movie (EUA)
. “The Last Critic” (EUA)
. “Through the Body: The Story of the International Body Music Festival” (EUA)
. “Everywhere Man: The Lives and Times of Peter Asher (EUA)
. “Big Mama Thornton: I Can’t Be Anyone But Me (EUA)
. “The Big Johnson (EUA)
Mostra Instituto Cervantes
. “El Canto de las Manos”, de Maria Valverde (Espanha)
. “La Guitarra Flamenca de Yerai Cortés” (Espanha)
. “La Marsellesa de los Borrachos”, de Pablo Gil Rituerto (Espanha, França e Itália)
. “Omega Wants to Dance”, de Ramón Tort (Espanha)
Homenagem a Rob Reiner
. “This Is Spinal Tap e Spinal Tap II – The End Continues”
Sessão Flashback
. “Heartworn Highways”, de James Szalapski (EUA)
ATIVIDADES PARALELAS (Shows, encontros, debates, festas e homenagens musicais)
. “O Legado de Moacir Santos” – Debate com Mario Adnet e Andrea Ernest Dias, alternando música e bate-papo sobre a obra e o legado do maestro Moacir Santos, no ano de seu centenário – Dia 27 de junho
. Homenagem a Jocy de Oliveira – Pocket-show com sintetizadores – Por Paulo Beto e Paulo Casale. No Cine Bijou – Dia 26 de junho
. Show de Odair José e sessão especial do documentário “Vou Tirar Você Deste Lugar” – Na Casa Natura Musical – Dia 18 de junho
. Show da banda Inocentes celebrando os 20 anos do clássico “Botinada!”, na Cinemateca Brasileira – Dia 21 de junho
. Alaíde Costa – Sessão do filme dedicado à artista, seguida de apresentação na Casa de Francisca – Dia 23 de junho
. Fernanda Abreu e os 30 anos de “Da Lata”, no Cine Joia, com exibição especial do filme Dia 25 de junho
. Festa-show de “Entre o Sucesso e a Lama”, com os artistas retratados no documentário, na Casa de Francisca – Dia 20 de junho
. Redd Kross – A banda norte-americana faz sua primeira visita ao Brasil – Show no Cine Joia – Dia 26 de junho
. Esquenta do rapper Gaspar Z’África – Junto à exibição do filme “Hip Hop Caboclo” – Na Patuá Discos. Dia 26 de junho
. Banda DZK celebra o lançamento de “Punks do ABC” no Red Star Studio – Dia 28 de junho
. Pocket-show em tributo a Paul Di’Anno após a sessão de Di’Anno: Iron Maiden’s Lost Singer, na Cinemateca Brasileira – Dia 20 de junho
. Apresentação especial de Dale Crover, baterista da banda Melvins, ao lado do Redd Kross. No Porta – Dia 25 de junho
PROGRAMACÃO FORMATIVA (processos criativos e preservação da memória Audivisual)
Na Matilha Cultural, sempre às 19h
. Dia 25 de junho – Debate “Buscando Histórias – Relações entre roteiro, acaso e construção narrativa nos documentários musicais) – Com Dandara Ferreira, Rafael Saar e Emílio Domingos
. Dia 26 de junho – “ Trilhando o Real – O papel das trilhas sonoras na construção audiovisual” – Com Paulo Beto, Patrícia Palumbo e Rica Amabis
. Dia 27 de junho – “Memória Viva – Reflexões sobre pesquisa, acervo e preservação de materiais de arquivo” – Com Helena Tassara, Thiago Mattar e Eloá Chouzal
OUTRAS ATIVIDADES
. Entrevista com a diretora Alison Ellwood (Boy George & Culture Club) pelo jornalista Duda Leite.
. Dia 23 de junho, às 18h, no CineSesc – Bate papo sobre a obra de Ruy Barata, homenageado do documentário “Nativo”
. Dia 25 de junho, às 21h, no Cine Bijou: Pedro Kaluf, tour manager da última turnê brasileira de Paul Di’Anno, compartilha histórias e bastidores da estrada em Os causos da turnê The Best Is Back. No mesmo dia, na Cinemateca Brasileira, integrantes do Redd Kross participam de uma conversa com o público após a sessão de “Born Innocent: The Redd Kross Story”.
. FEIRA DO VINIL – Dia 21 de junho (domingo), na Cinemateca Brasileira
