Ingrid Guimarães e sua “Melhor Amiga”, “Se Eu Fosse Você 3”, “Verão da Lata” e “Farofeiros 3” conseguirão incrementar as bilheterias brasileiras?
Foto: “Minha Melhor Amiga”, de Suzana Garcia © Desirée do Valle
Por Maria do Rosário Caetano
Com a Copa do Mundo encerrada, pelo menos para a Seleção Brasileira, o cinema verde-amarelo necessita recuperar fôlego, com urgência máxima, para evitar o desastre registrado no primeiro semestre.
Dezenas de lançamentos brasileiros (mais de 150 títulos) venderam, de janeiro a junho, apenas 2,7 milhões de ingressos. Pouco, muito pouco, se comparados com alguns dos maiores sucessos recentes de nossa produção: “Ainda Estou Aqui” (5,8 milhões), “O Auto da Compadecida 2” (4,3 milhões) e “O Agente Secreto” (2,5 milhões).
Em ano de Copa do Mundo, a produção brasileira formatada para dialogar com o público costuma ignorar as semanas dedicadas ao futebol. Este ano, então, com 42 seleções e duração mais elástica, o campeonato mundial praticamente tirou nossos filmes dos cinemas.
Agora, começa para valer o segundo semestre, e candidatos a “blockbuster brasileiro” se apresentam. Dois deles – “Minha Melhor Amiga”, com Ingrid Guimarães e Monica Martelli, e “Se Eu Fosse Você 3”, com Glória Pires e Tony Ramos – estão previstos para estrear no mesmo dia (3 de setembro).
Autofagia? Não. Depois do megassucesso da dobradinha “Barbenheimer”, os distribuidores passaram a achar que o público vai ver um filme, assiste ao trailer do outro e dobra a aposta. Ganham os dois.
Os outros candidatos a blockbuster da temporada (e salvadores da pátria cinematográfica) são “Um Tio Quase Perfeito 3”, com o ator Marcus Majella, e “Picaretas Não Vão para o Céu”, do “midas” Roberto Santucci (o mesmo de “Farofeiros 3”), ambos com estreia prevista para 8 de outubro.
Há quem aposte, pelo tema palpitante – latas de maconha que foram parar em praias cariocas, para deleite da turma do fumacê –, no sucesso da comédia “Verão da Lata”, de Santiago Delappe. O filme, protagonizado pelos hilários Samantha Schmütz e Babu Santana, constrói-se como comédia policial. Os dois protagonistas são agentes da lei.
A produção nacional vendeu quase 14 milhões de ingressos em 2024. Em 2025, registrou queda, mas chegou a 12 milhões. Este ano ainda haverá tempo (e títulos atrativos) para chegarmos a, pelo menos, 10 milhões? A sorte está lançada. O desafio é imenso. Os candidatos a blockbusters acima citados terão que vender mais de 7 milhões de ingressos.
No campo intermediário dos lançamentos (filmes que possam – se a sorte lhes sorrir – aproximar-se do milhão de espectadores) figuram “Assalto à Brasileira”, de José Eduardo Belmonte”, sobre amadora tentativa do roubo do Banestado paranaense, em dezembro de 1987, “Cabras da Peste – Miami Vixe”, de Vitor Brant, com Edmilson Filho e Matheus Nachtergaele, “O Shaolin do Sertão”, de Halder Gomes, também com Edmilson Filho, “100 Dias”, de Carlos Saldanha (sobre travessia de Amyr Klink, encarnado no belo Filipe Bragança), “Antártida”, trama de ação de Bruno Safadi, “Por um Fio”, de David Schurmann (sobre o médico Dráuzio Varella), “8 Segundos: O Desafio”, de Márcio Trigo, “Deus Ainda É Brasileiro”, de Carlos Diegues (o primeiro, vendeu, 23 anos atrás, 1,5 milhão de ingressos), “Dez Vantagens para Morrer Depois de Você”, de Diego Freitas, e, quem sabe, “Colegas e o Herdeiro”, comédia de ação, dirigida por Marcelo Galvão, com atores neurodivergentes.

Depois de muitos fracassos comerciais do badalado ator-protagonista ainda devemos colocar filme protagonizado por Leandro Hassun, em lista de “possíveis blockbuster”?
Pelo sim ou pelo não, optemos pela opção positiva. O ex-gordo, que figurou muitas vezes nas listas de “filmes brasileiros mais vistos pelo público”, protagoniza, nesse segundo semestre, “Álibi”, de Felipe Joffily (estreia prevista para 20 de agosto).
Aposta arriscadíssima tem a ver com a grife “A Galinha Pintadinha”, que volta aos cinemas em novo filme, com estreia prevista para primeiro de outubro. O primeiro resultou em fracasso acachapante. Os criadores da galinha dos ovos de ouro, que magnetiza o olhar de bebês e criancinhas, mandaram para a tela grande os mesmos materiais mostrados no celular. Como bebê e criancinha muito pequena não vão ao cinema, as salas ficaram vazias.
Será que os produtores aprenderam a lição e prepararam material mais elaborado? Mesmo assim, é muito arriscado supor que a galinha azul vai ciscar no terreiro cinematográfico com a mesma desenvoltura mostrada nas viciantes microtelas eletrônicas.
O cinema comercial brasileiro está, como o norte-americano, entrando de cabeça nas continuações. Só neste segundo semestre veremos “Se Eu Fosse Você 3”, “Os Farofeiros 3”, “Um Quase Tio Perfeito 3”, “Cabras da Peste 2”, “Colegas 2”, “Alice Jr 2” e “Deus (Ainda) é Brasileiro”.
Falta de imaginação? Em parte sim. Mas o que move os produtores é o apego à máxima de que boa parcela do público prefere “mais do mesmo”.
No campo do cinema de maior empenho cultural, alguns destaques devem ser feitos. O primeiro é o pernambucano “Yellow Cake”, de Tiago Melo, previsto para 22 de outubro. Entre seus produtores estão Emilie Lesclaux e Kleber Mendonça Filho, a dupla de “Bacurau” (900 mil ingressos) e “O Agente Secreto” (mais de 2 milhões). Claro que “Yellow Cake” não conta com os mesmos trunfos do western-pop-social-nordestino, que Mendonça dirigiu com Juliano Dornelles, nem com o poder de atração do filme protagonizado por Wagner Moura. Mas projeto que tem KMF nos créditos não deve passar em branco. Profundo conhecedor do mercado cinematográfico, o realizador pernambucano deve ajudar, e muito, o conterrâneo novato (Tiago realizou antes o inquieto “Azougue Nazaré”, que teve distribuição modesta).
Enturmado com influente rede de distribuidores independentes e calejado no ofício de exibidor alternativo, KMF acumula bilheterias que vão de 100 mil espectadores (para “O Som ao Redor”), à casa do milhão. Sem esquecer “Aquarius”, que superou os 400 mil, e “Retratos Fantasmas”, um documentário!, que vendeu mais de 70 mil ingressos.

Outro nome digno de toda atenção é o de André Klotzel. Aluno de Paulo Emilio Salles Gomes e diretor inspirado, Klotzel estreou no longa-metragem com “Marvada Carne”. Arrancou bem e se aproximou dos 700 mil espectadores. Nunca mais chegou tão longe, artística e comercialmente. Mas seus filmes, infelizmente poucos (72 anos de vida e apenas cinco longas-metragens) são instigantes. Basta lembrar “Capitalismo Selvagem”, “Memórias Póstumas de Brás Cubas” e o inesquecível “Reflexões de um Liquidificador”. Seu novíssimo “Sem Pai Nem Mãe”, protagonizado por Alexandre Nero, estreia dia 12 de novembro.
A sinopse do quinto longa de Klotzel é sintética e provocadora: “Artur está escrevendo um livro sobre a história de uma guerrilheira dos anos 60. Ele é assaltado e levam o computador com os textos dentro”. Tudo nos induz a crer que veremos uma comédia temperada com ingredientes políticos e imbróglios tecnológicos.
Jorge Furtado, dos essenciais “Ilha das Flores” e “O Mercado de Notícias”, chegará com nova ficção — “Muito Prazer” — aos cinemas, dia 27 de agosto. No elenco, Luisa Arraes, Samantha Jones e Daniel Oliveira.
A narrativa começa quando Rubens, um motorista de aplicativo, sem grandes expectativas, recebe inusitada herança: um motel, o Pérola, encravado em edificação em ruínas. Lá conhece a funcionária Grace, que não desgarrou do lugar. Atolado em dívidas e, sem conseguir vender o imóvel herdado, ele irá somar forças com Grace. Juntos, tentarão auferir rendas com o empreendimento de (alto) risco: com ajuda de Nalva, craque nas lides da internet, começarão a gravar os clientes e a vender os vídeos para sites eróticos. Tudo, claro, com identidades protegidas. Como Klotzel, Furtado demonstra preocupação com os rumos do novo (e avassalador) mundo digital.
O cinema feminino mostra-se dos mais produtivos nessa temporada. Cinco realizadoras se uniram para realizar “O Rio de Clarice” – Eunice Gutman, Maria Luiza Aboim, Ticiana Oliveira, Bárbara Kahane e Nicole Agranti. Esta última vem a ser sobrinha da escritora brasileira nascida na Ucrânia, nome que costuma atrair leitores e espectadores mais exigentes.
De Goiás, chega Fernanda Neves. E com ela o filme “Fogaréu”, protagonizado por atriz estupenda, Bárbara Colen, e com uma primeira metade de tirar o fôlego. O filme aguarda há mais de três anos por um lugar ao sol. Ou melhor, por uma tela no escurinho do cinema. Finalmente, graças à Filmes do Estação, o fogaréu poderá iluminar as retinas (pelo menos) daqueles que não resistem ao talento da mineira Bárbara.
Outros filmes “no feminino” merecem conferência: “Pequenas Criaturas”, de Anne Pinheiro Guimarães (a maior aposta da Filmes do Estação), “A Fabulosa Máquina do Tempo”, de Eliza Capai, “As Vitrines”, de Flávia Castro, “Pecadora”, de Dainara Toffoli, “As Três Meninas”, de Susanna Lira, “Enquanto o Céu Não me Espera”, da amazonense Christiane Garcia, e para quem gosta de terror, “Virtuosas”, de Cíntia Domit Bitar.
No terreno do filme black, o destaque fica com “Família de Sorte”, de Viviane Ferreira, “Nosso Segredo”, de Grace Passô (em agosto, pela Vitrine, dia a definir), “O Projeto”, de Sabrina Fidalgo (em parceria com Yvan Rodie), e “Carolina Maria de Jesus”, de Jeferson De, cinebiografia da escritora que fez de sua vida matéria de romance.
Já no terreno do filme queer, três títulos se destacam: “Feito Pipa”, de Allan Debberton, que causou sensação em mostra paralela do Festival de Berlim, “Peixe Abissal”, de Rafael Saar, sobre o escritor e compositor Luis Capucho, e “Alice Júnior – Férias de Verão”, que sequencia a irreverência colorida do primeiro longa de Gil Baroni (”Alice Jr”, 2019). O realizador paranaense retomou os caminhos do humor, em sentido contrário ao seu segundo longa, “Casa Izabel”, queer, mas em diálogo com o cinema de horror.

Aly Muritiba forma, com Roberto Santucci, a dupla de realizadores, que, nessa temporada, tem dois títulos (cada) programados para chegar aos cinemas.
O baiano-paranaense Muritiba, que se iniciou pelo cinema independente (e autoral, vide “Para minha Amada Morta”), tem apostado na realização de filmes de gênero e voltados ao diálogo com o público. Ele chega com “Nova Éden”, parceria entre Brasil e Polônia, um filme de terror, e “Funk”, enredado pelas trilhas do cinema de ação.
A febre de relançamentos se alastra. Até agora, pelo que se sabe, só “A Hora da Estrela”, de Suzana Amaral, com luminosos desempenhos de Marcélia Cartaxo e José Dumont, alcançou bilheteria digna de registro. Há quem fale em 25 mil espectadores. Uma maravilha, se lembrarmos que, dos 152 filmes lançados no primeiro semestre, só 18 ultrapassaram os dez mil espectadores.
O maior sucesso do semestre foi alcançado por “Velhos Bandidos” (450 mil). Vale registrar outros (modestos) destaques: “Diário de Pilar na Amazônia” (135 mil), “(Des)Controle” (100 mil), “Zico, o Samurai de Quintino” (65 mil) e “O Gênio do Crime” (30 mil). Nenhum entrou para o ambicionado clube do milhão. Tarefa para a “rainha do blockbuster” Ingrid Guimarães, que adiou estrategicamente, e por duas vezes, a estreia de “Minha Melhor Amiga”.
Já estão com datas de relançamento programadas: “Xica da Silva”, de Carlos Diegues (na próxima quinta-feira, 16), e os pernambucanos “Cinema, Aspirinas e Urubus”, “Baile Perfumado”, “Baixio das Bestas” e “Boi Neon”, todos dia 13 de agosto. Já “Bruna Surfistinha”, de Marcus Baldini, voltará à tela grande no feriado escolar de 15 de outubro. Dia dos Professores. No caso da personagem, vivida pela bela Débora Secco, professora de sexo. A sequência do filme, o “Surfistinha 2” deve estrear ano que vem.
Tomara que, nesse segundo semestre, produções abertas ao diálogo com o público (similares a “Cinco Tipos de Medo”, de Bruno Bini, vencedor de Gramado, e os infantis “O Gênio do Crime”, de Lipe Binder, e “Diários de Pilar na Amazônia”, de Waisman e Van Der Put) tenham melhor sorte. Nenhum dos três acima citados superou os 200 mil ingressos. Resta agora, a segunda chance propiciada pelo streaming.
CALENDÁRIO DE LANÇAMENTOS
(fonte: Boletim Filme B)
JULHO
Nessa quinta-feira (dia 9):
. “Os Emergentes”, de Hsu Chien (Elo)
. “Toquinho – Encontros e um Violão”, de Erica Bernardini (Pandora)
. “Herança de Narcisa”, de Clarissa Appelt e Daniel Dias
Dia 16:
. “A Noite de Alaíde”, de Liliana Mutti (Bretz)
. “Xica da Silva”, de Carlos Diegues (relançamento – Vitrine)
Dia 23:
. “Pequenas Criaturas”, de Anne Pinheiro Guimarães (Filmes do Estação)
. “Futuro, Futuro”, de David Pretto (Cajuína)
. “Mil Luas”, de Katina Bini (Elo)
. “Ecos do Teatro Experimental do Negro”, de Daniel Santiago (Pandora)
Dia 30:
. “A Fabulosa Máquina do Tempo”, de Eliza Capai (Descoloniza)
. “Não Sei Viver sem Palavras”, de André Brandão (Bretz)
. “Aquele que Viu o Abismo”, de Gregório Gananian (Embaúba)
AGOSTO
Dia 6:
. “Os Ruminantes”, de Tarsila Araújo e Marcelo Mello (Bretz)
Dia 13:
. “Fogaréu”, de Flávia Neves (Filmes do Estação)
. “Rio de Clarice”, de Eunice Gutman, Maria Luiza Aboim, Ticiana Oliveira, Bárbara Kahane e Nicole Agranti (Bretz)
. “Honestino”, de Aurélio Michiles (Pandora)
. “Colegas e o Herdeiro”, de Marcelo Galvão (comédia)
. “Cinema, Aspirinas e Urubus”, de Marcelo Gomes (relançamento – Imovision)
. “Baile Perfumado”, de Lírio Ferreira e Paulo Caldas (relançamento – Imovision)
. “Baixio das Bestas”, de Cláudio Assis (relançamento – Imovision)
. “Boi Neón”, de Gabriel Mascaro (relançamento – Imovision)
Dia 20:
. “Anistia 79”, de Anita Leandro (Embaúba)
. “O Shaolin do Sertão 2”, de Halder Gomes (Downtown)
. “Oito Segundos: O Desafio”, de Márcio Trigo (Paris)
. “Amélia Toledo – Lembrar para Não Esquecer”, de Hélio Goldsztein (Bretz)
. “Mundurukuyu – A Floresta das Mulheres”, de Beka Munduruku, Aldira e Ricélia Akay
Dia 27:
. “Muito Prazer”, de Jorge Furtado (Elo)
. “Para Vigo me Voy”, de Lírio Ferreira e Karen Harley (Gullane +)
. “Nem Tudo é Paz e Amor”, de Betão Aguiar (Pandora)
. “Viva Marília”, de Zelito Viana (Bretz)
. “Um Olhar Inquieto: O Cinema de Jorge Bodanzky”, de Liliane Maia e Jorge Bodanzky (Lança)
SETEMBRO
Dia 3:
. “Se Eu Fosse Você 3”, de Anita Barbosa (Disney)
. “Minha Melhor Amiga”, de Suzana Garcia (Paris Filmes)
. “Não Existe Almoço Grátis”, de Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel (Descoloniza)
Dia 10:
. “Doutor Monstro”, de Marcus Jorge (Olhar)
Dia 17:
. “Antártida”, de Bruno Sáfadi (Paris Filmes)
. “Coração das Trevas”, de Rogério Nunes (Imovision)
. “As Vitrines”, de Flávia Castro (Filmes do Estação)
. “Apenas Três Meninas”, de Susana Lira (Elo)
. “Espelho de Tarsila”, de Paschoal Samora (Gullane+)
. “Querido Mundo”, de Miguel Falabella (O2 Play)
Dia 24:
. “Feito Pipa”, de Allan Deberton (Paris Filmes)
. “Precisamos Falar”, de Pedro Waddington e Rebeca Diniz (Sony)
. “Virtuosas”, de Cíntia Domit Bittar (Olhar)
. “O Cobrador de Fraque”, de Tomás Portela (Pandora)
. “Nem Toda História de Amor Acaba em Morte”, de Bruno Costa (Elo)
. “Me Filma”, de Victor Ribeiro (Amálgama)
OUTUBRO
Dia 1:
. “Galinha Pintadinha”, de Juliano Prado e Marcos Luporini (Imagem)
. “Era Uma Vez Minha Primeira Vez”, de Cláudia Castro (Na Paralela)
Dia 8:
. “Assalto à Brasileira”, de José Eduardo Belmonte (Galeria)
. “Um Tio Quase Perfeito 3”, de Pedro Antonio (H2O)
. “Picaretas Não Vão para o Céu”, de Roberto Santucci (Paris Filmes)
. “Cartório das Almas”, de Léo Bello (Pandora)
. “Ao Sabor das Cinzas”, de Taciano Valério (Embaúba)
Dia 15:
. “Família de Sorte”, de Viviane Ferreira (Gullane+)
. “Bruna Surfistinha”, de Marcus Baldini (relançamento – Imagem)
Dia 22:
. “Yellow Cake”, de Tiago Melo (Olhar)
Dia 29:
. “Verão da Lata”, de Santiago Delappe (H2O)
. “100 Dias”, de Carlos Saldanha (Disney)
. “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, de Diego Freitas (Paris Filmes)
. “Pacto Maldito”, de Caio Cobra (Pandora)
NOVEMBRO
Dia 5:
. “Nova Éden”, de Aly Muritiba (Olhar)
. “Pecadora”, de Dainara Toffoli (Galeria)
. “Ana, En Passant”, de Fernanda Salgado (Embaúba)
. “Elza”, de Eryk Rocha (Gullane +)
. “A Virada: Ignição da Alma”, de Alessandro Barros (Heaven Content)
. “Cássia”, de Pedro Henrique Fontenelle (relançamento pela H2O)
Dia 12:
. “Sem Pai Nem Mãe”, de André Klotzel (Brás)
. “Por um Fio”, de David Schurmann (Imagem)
. “Os Farofeiros 3”, de Roberto Santucci (Downtown)
. “Funk”, de Aly Muritiba (Paris)
. “As Quatro Meninas”, de Karen Suzane (Filmes do Estação)
. “Peixe Abissal”, de Rafael Saar (Descoloniza)
. “Enquanto o Céu Não me Espera”, de Christiane Garcia (Kajá)
Dia 19:
. “Carolina Maria de Jesus”, de Jefferson De (Elo)
. “O Projeto”, de Sabrina Fidalgo e Yvan Rodie (Gullane+)
. “As Travessias de Letieres Leitte”, de Iris Oliveira e Day Sena (Olhar)
Dia 26:
. “Retratos da Várzea”, de Lucas Campolina (Embaúba)
DEZEMBRO
Dia 3:
. “Viver é Melhor que Sonhar”, de Eduardo Albergaria (H2O)
. “Cabras da Peste 2 – Miami Vixe”, de Vitor Brant (Paris Filmes)
. “A Farsa do Sertão” (ex-O Messias de Canaã), de José Quaresma (Gullane+)
Dia 10:
. “Deus Ainda é Brasileiro”, de Carlos Diegues (Imagem)
Dia 17:
. “Alice Júnior – Férias de Verão”, de Gil Baroni (Olhar)
Dia 24:
. “Oceânico”, de Guilherme Coelho (Filmes do Estação)
