Cinco produções brasileiras recebem apoio do Projeto Paradiso para participar da Berlinale 2023

A 73ª edição do Festival Internacional de Cinema de Berlim, que começa no próximo dia 16 de fevereiro, terá, mais uma vez, a presença de brasileiros representando o audiovisual nacional. Cinco produções contarão com o apoio da iniciativa Brasil no Mundo, do Projeto Paradiso, para participar do festival e do Berlinale CoPro, mercado ligado ao evento voltado para coproduções internacionais.

Receberam apoio para participar do Festival de Berlim os longas “Propriedade”, de Daniel Bandeira, que estará na Mostra Panorama, e “O Estranho” (foto), de Flora Dias e Juruna Mallon, que participará da Mostra Forum. Já no Berlinale Co-Pro Market estarão os projetos “Deus lhe Pague”, de Gustavo Pizzi; “Corações Solitários”, de Caru Alves, e “Custo de Vida”, de Moara Passoni, todos com apoio do Projeto Paradiso. Ao todo, os aportes no Festival de Berlim somam R$ 65 mil.

A Berlinale é um dos primeiros eventos que o Projeto Paradiso apoiará este ano. No total, estão previstos 24 apoios para longas-metragens e séries de ficção nacionais em grandes festivais e mercados pelo mundo. Os incentivos variam entre R$ 7 mil e R$ 50 mil que, totalizados, somam mais de R$ 650 mil em investimentos para prestigiar produtores e diretores de conteúdos brasileiros. Os interessados devem se inscrever nos sites dos festivais e, se o projeto for selecionado, receberá apoio financeiro do Projeto Paradiso.

Estão previstos apoios para longas e séries de ficção selecionados em outros importantes festivais e mercados internacionais, como Festival de Cannes, Veneza, Locarno, San Sebastián, Guadalajara, Annecy, Biarritz, Toronto e Ventana Sur. Como novidade, o Projeto Paradiso buscou expandir sua atuação no mercado americano, europeu e asiático, com os eventos When East Meets West, Cinelatino, Festival de Jeonju, Tribeca Film Festival e Iberseries e Platino Indústria. Ainda incluiu, pela primeira vez, apoio a dois festivais temáticos, o Festival Internacional de Cinema LGBTQ+ de São Francisco e o Festival de Cinema de Sitges, voltado para projetos de gênero.

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