Canal Brasil estreia streaming dedicado a documentários brasileiros
O Canal Brasil lança hoje, 16 de janeiro, o DOC Canal Brasil, primeiro serviço de streaming dedicado exclusivamente a documentários brasileiros. O SVOD chega inicialmente ao Prime Video (com 30 dias de teste gratuito), oferecendo uma curadoria criteriosa de cerca de 2 mil produções — filmes, séries e programas — que revelam a riqueza e a diversidade do gênero.
Com o propósito de expandir a relevância do gênero, o DOC Canal Brasil nasce como um espaço de encontro entre criadores e espectadores, reunindo títulos premiados, produções recentes e clássicos restaurados que nos ajudam a compreender o país por múltiplos olhares.
O novo serviço se apoia em três pilares fundamentais — Curadoria, Espelho e Conteúdo. A Curadoria garante a seleção sensível e criteriosa de cada título, o Espelho reflete a pluralidade cultural e social do Brasil e o Conteúdo oferece histórias que informam, emocionam e despertam reflexões. A partir desses princípios, o DOC Canal Brasil se posiciona como referência no gênero, reforçando o compromisso do Canal Brasil com a valorização da produção nacional.
Entre os principais diferenciais do novo streaming estão o acervo de qualidade e diversidade, a presença de documentários premiados, a preservação de obras raras e digitalizadas e o fomento a novos realizadores. Com assinatura mensal por R$ 9,90 e acesso ilimitado, o DOC Canal Brasil propõe tornar o documentário mais acessível e próximo do público.
Entre os destaques do catálogo estão os filmes “Cabra Marcado para Morrer” (1983), “Santo Forte” (1999), “Babilônia 2000” (2000), “Edifício Master” (2002), “O Fim e o Princípio” (2005), “Jogo de Cena” (2007) e “Últimas Conversas” (2015), de Eduardo Coutinho; “Ônibus 174” (2001), de José Padilha; “Rock Brasília – Era de Ouro” (2011) e “O País de São Saruê” (1971), de Vladimir Carvalho; “Jango” (1984), de Silvio Tendler; “A Negação do Brasil” (2000), de Joel Zito Araújo; “Entreatos” (2004), “No Intenso Agora” (foto, 2017), “Nelson Freire” (2003) e “Notícias de uma Guerra Particular” (1999), de João Moreira Salles; “Aeroporto Central” (2018), de Karim Aïnouz; “Que Bom Te Ver Viva” (1989), de Lúcia Murat; “No Céu da Pátria Nesse Instante” (2025), de Sandra Kogut; “A Entrevista” (1966) e “Carmen Miranda: Bananas Is My Business” (1995), de Helena Solberg; “Uma Noite em 67” (2010), de Renato Terra e Ricardo Calil; “Bixa Travesty” (2018), de Kiko Goifman e Claudia Priscilla; “Antonio Candido – Anotações Finais” (2024), de Eduardo Escorel; e a série “Primavera nos Dentes – A História do Secos & Molhados” (2025), de Miguel De Almeida. Esses e outros nomes ajudaram a construir a trajetória do documentário no Brasil e inspiraram novas gerações que seguem reafirmando a força e a pluralidade do gênero no cenário atual.
