Academia entrega Troféu Grande Otelo aos melhores do cinema brasileiro

Por Maria do Rosário Caetano

O melhor filme brasileiro do ano que passou foi (é) “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz, ou “Bacurau”, de Kleber Mendonça e Juliano Dornelles? Ou “Simonal”, de Leonardo Domingues, “Divino Amor”, de Gabriel Mascaro, ou “Hebe, a Estrela do Brasil”, de Maurício Farias?

Ano passado, a Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais, responsável pelo Grande Prêmio do Cinema Brasileiro – que acontece virtualmente na noite desse domingo, na telinha da TV Cultura –, designou o júri que escolheu o representante do Brasil no Oscar.

O escolhido foi “A Vida Invisível”. Será que o conjunto de sócios-votantes, um colegiado de quase duas centenas de profissionais do audiovisual, repetirá a decisão?

A possibilidade existe. Afinal, “A Vida Invisível” é um filme de alma feminina, baseado em tocante romance de Martha Batalha, comandado por elenco feminino, no qual Fernanda Montenegro aparece em participação pequena, mas arrebatadora.

Se a decisão for outra, o favorito, disparado, é “Bacurau”, o filme brasileiro mais comentado e um dos mais vistos do país, ano passado. Ao longo de 25 semanas, 800 mil pessoas compraram ingressos para ver o western futurista de Kleber e Juliano. “A Vida Invisível”, ao longo de 19 semanas, mobilizou 140 mil espectadores.

E se der zebra e o escolhido for “Hebe” (130 mil ingressos), “Simonal” (quase 100 mil) ou “Divino Amor” (40 mil)? A sorte está lançada.

Quem sintonizar, na noite desse domingo (21h30), a TV Cultura e todas suas afiliadas, assistirá à décima-nona edição (a primeira virtual) do GP Brasil, o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Receberão o Troféu Grande Otelo os laureados em 32 categorias (uma verdadeira “reforma agrária” de prêmios, uma dezena a mais que o “Oscar” de Hollywood).

A pandemia provocada pelo Covid-19 atrasou a noite dos “Otelos” para esse tardio mês de outubro. Não que o GP Brasil acontecesse no primeiro semestre. Essa meta nunca foi atingida. Por isso, o ano de 2020 já está chegando a termo e ainda estamos esperando a hora de festejar os melhores de 2019. A Academia de Hollywood distribuiu o Oscar em fevereiro, portanto há oito meses. Mas esse ano foi marcado por todas as excepcionalidades. Que tudo aconteça, pois, com qualidade, generosidade e alegria.

A festa da noite desse domingo será transmitida, pela primeira vez, por uma emissora aberta (a TV Cultura), com maior potencial para atingir audiência. O Canal Brasil, emissora que sempre foi a vitrine privilegiada do GP, só é acessível a assinantes.

Paulo Mendonça, vice-presidente da Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais (o presidente é o produtor Jorge Peregrino) explica a mudança de emissora: “tínhamos um compromisso com o Estado de São Paulo e com o Município de realizar a premiação da Academia, este ano, em São Paulo”. Daí que, “impossibilitados, por conta da pandemia, de pensar em realizá-la presencialmente na Sala São Paulo, e conscientes da importância do Prêmio para os profissionais do audiovisual em ano tão crítico para a cultura brasileira, procuramos uma forma de reinventar a premiação”. Entre “as ideias surgidas”, aflorou a proposta de dar ao GP Brasil “a maior visibilidade possível”. As conversas entre a Academia e seus parceiros (destaque para a Spcine, comandada pela cineasta Laís Bodanzky) levaram à conclusão de que “o caminho mais natural seria exibir a cerimônia em uma televisão aberta”.

A TV Cultura, emissora pública mantida pela Fundação Padre Anchieta, com recursos do Governo de São Paulo, foi a escolhida. “Nosso compromisso com São Paulo” – explica Mendonça – “nos levou naturalmente à TV Cultura, que nos deu acolhida fraterna, emprestando a competência de sua equipe à elaboração dessa que será a (maior) festa do cinema brasileiro, em 2020”.

A transmissão estava prevista para esse sábado, 10 de outubro. Só que o horário eleitoral, obrigatório em todas as emissoras abertas, acabou gerando a transferência para o domingo. A festa de premiação terá direção do cineasta Ricardo Elias (“De Passagem”, “Mare Nostrum”) e texto do jornalista e documentarista Hugo Sukman. A apresentação será de Adriana Couto, a Dri, do programa “Metrópole”, da TV Cultura, e da cineasta e atriz Marina Person.

Os organizadores da ‘Noite dos Otelos’ prometem “muitas surpresas e alegrias”, apesar das agruras desse ano repleto de adversidades. Isto, porque “a comunidade cinematográfica está mais unida do que nunca para celebrar a nossa indústria, representada por todas as gerações de realizadores do país inteiro”.

O GP Brasil nasceu carioca e teve os mais diversos palcos (Theatro Municipal, Theatro João Caetano, Cidade das Artes, Vivo Rio). Chegou até ao Hotel Quitandinha, belo espaço na serrana Petrópolis. Ano passado, com a crise financeira que atormenta o Rio de Janeiro, o evento migrou para São Paulo e teve bela edição no Theatro Municipal, na Praça Ramos. O prefeito Bruno Covas fez discurso histórico, posicionando-se contra os desmandos do Governo Federal no terreno da Cultura. Foi muito aplaudido.

A festa, que ao longo dos anos reuniu mais de mil artistas, diretores, roteiristas, produtores e técnicos, dará lugar a cerimônia remota, portanto sem plateia e aplausos ao vivo. Mas tudo fará, mesmo sem tapete vermelho, para continuar atraente (entre o anúncio dos nomes dos vencedores, serão mostrados vídeos e números musicais, todos gravados previamente).

A Academia Brasileira de Cinema lembra que “a abertura dos envelopes será feita ao vivo, auditada pela PwC (a mesma empresa que faz a apuração do Oscar)” e “o Troféu Grande Otelo será entregue na residência de cada laureado, depois do evento”.

Jorge Peregrino, presidente da instituição, acredita que “2020 entrará para a história como um ano de descobertas, provocadas pela pandemia, sendo a principal delas a de que ninguém vive sem arte e sem cultura, pois elas também são alimento, seja qual for a forma em que se apresentem”. Para agregar: “não foi fácil, mas o Grande Prêmio tinha que acontecer, mesmo diante de tantas adversidades, pois não poderíamos deixar de celebrar nossos filmes, nossa produção audiovisual”, enfim, “o cinema brasileiro”.

A presença nordestina entre os cinco finalistas ao “Otelo” é das mais significativas. Dois dos concorrentes são pernambucanos (“Bacurau” e “Divino Amor”) e um cearense-carioca (“A Vida Invisível”). Vem de Pernambuco, também, o mais forte candidato na categoria melhor documentário, “Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar”, de Marcelo Gomes. “Bixa Travesty”, dos paulistanos Cláudia Priscila e Kiko Goifman, é outro forte concorrente.

O Rio de Janeiro, porém, continua como força histórica hegemônica na premiação desse ano. Até porque a maioria dos associados da instituição é carioca. “Simonal” e “Hebe” são produções fluminenses. O estado-anfitrião da ‘Noite dos Otelos’ não cravou nenhuma vaga na principal categoria (melhor filme). Já no segmento “melhor direção”, abriu espaço para Daniel Rezende (com “Turma da Mônica –Laços”).

No bem-estruturado e qualificado debate on-line que reuniu os realizadores, promovido pela Academia, Rezende, indicado ao Oscar pela montagem de “Cidade de Deus”, se disse “honrado” por estar virtualmente ao lado de Flávia Castro (“Deslembro”), Aïnouz, Mascaro, Kleber e Juliano. Para, em seguida, acrescentar: “isso mostra a pluralidade do cinema brasileiro, que é também da Academia, que valoriza, com ‘Turma da Mônica – Laços’, nosso cinema infanto-juvenil”.

Jorge Peregrino aproveita a visibilidade do Grande Prêmio para lembrar que “a Academia representa o setor em todas as regiões do país”. Mas que faz-se necessária “a adesão de mais profissionais, para que nossa instituição ganhe força e possa seguir independente, lutando por um cinema brasileiro plural, democrático e bem representado nas salas de cinema, na televisão e no streaming”.

A música brasileira, parceira histórica de nossa cinematografia, se fará na representar na ‘Noite dos Otelos’ por Paulinho Moska, Joyce, Francis Hime, Pedro Luís e Teresa Cristina, a musa das era das “lives”.

Para o momento inaugural da cerimônia, Moska gravou, de sua casa, vídeo no qual interpreta “Luzia Luluza”, de Gilberto Gil. Essa composição, de 1968, evoca um homem, dentro de um táxi, a caminho de uma sessão de cinema.

Joyce Moreno e Francis Hime, também de forma remota, apresentarão a música “Cinema Brasil”, composta em 2007 por Hime, autor de trilhas sonoras de muitos filmes nacionais.

No encerrando da ‘Noite dos Otelos’, o público terá Pedro Luís e Teresa Cristina apresentando um medley das canções “Vai Trabalhar, Vagabundo”, “Quando o Carnaval Chegar” e “Bye Bye Brasil”, todas de Chico Buarque.

A Academia brinda os que gostam de estatísticas com profusão de dados: são mais de 200 profissionais concorrentes às 32 categorias do GP Brasil. Foram indicados 35 longas-metragens brasileiros e 10 estrangeiros (21 de ficção, oito documentários, três infantis, três de animação, cinco internacionais e cinco ibero-americanos).

Estão, ainda, na disputa, 15 curtas brasileiros (cinco de ficção, cinco documentários e cinco de animação). E um total de 20 séries (cinco de animação para TV paga/OTT, cinco documentários para TV paga/OTT, cinco ficção TV paga/OTT, cinco ficção TV aberta).

Além da TV Cultura, a cerimônia de premiação poderá ser vista também no YouTube e no Facebook da emissora.

Confira os finalistas:

LONGA-METRAGEM FICÇÃO

  • A VIDA INVISÍVEL de Karim Aïnouz. Produção: Rodrigo Teixeira por RT Features
  • BACURAU de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles. Produção: Emilie Natacha Lesclaux por Cinemascópio Produções Cinematográficas e Artísticas
  • DIVINO AMOR de Gabriel Mascaro. Produção: Rachel Ellis por Desvia, Sandino Saravia Vinay por Malbicho Cine, Katrin Pors por Snowglobe, Maria Ekerhovd por Mer Film.
  • SIMONAL de Leonardo Domingues. Produção: Nathalie Felippe por Pontos de Fuga Produções Artísticas

  • HEBE – A ESTRELA DO BRASIL de Maurício Farias. Produção: Carolina Kotscho, Clara Ramos, Fernando Nogueira, Heloisa Jinzenji e Renato Klarnet por Loma Filmes, Lucas Pacheco por Labrador Filmes e Claudio Pessutti por Hebe Forever

LONGA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO

  • ESTOU ME GUARDANDO PARA QUANDO O CARNAVAL CHEGAR de Marcelo Gomes. Produção: João Vieira Jr. e Nara Aragão por Carnaval Filmes e Marcelo Gomes e Ernesto Soto por Misti Filmes
  • BIXA TRAVESTY de Claudia Priscilla e Kiko Goifman. Produção: Claudia Priscilla e Kiko Goifman por Válvula ProduçõesALMA IMORAL de Silvio Tendler. Produção: Silvio Tendler e Ana Rosa Tendler por Caliban Produções Cinematográficas

  • AMAZÔNIA GROOVE de Bruno Murtinho. Produção: Leonardo Edde por Urca Filmes, Bruno Murtinho por Bambu Filmes, Marco André por Parioca Filmes, Fernando Segtowick e Thiago Pelaes por Marahu Filmes

  • O BARATO DE IACANGA de Thiago Mattar. Produção: Deborah Osborn, Felipe Briso e Gilberto Topczewski por bigBonsai

LONGA-METRAGEM COMÉDIA

  • CINE HOLLIÚDY – A CHIBATA SIDERAL de Halder Gomes. Produção: Mayra Lucas por Glaz Entretenimento e Halder Gomes ATC Entretenimento

  • DE PERNAS PRO AR 3 de Julia Rezende. Produção: Mariza Leão por Morena Filmes

  • EU SOU MAIS EU de Pedro Amorim. Produção: Lara Guaranys, Marcus Baldini e Gustavo Munhoz por Damasco Filmes

  • MARIA DO CARITÓ de João Paulo Jabur. Produção: Elisa Tolomeli por E.H. Filmes

  • MINHA MÃE É UMA PEÇA 3 de Susana Garcia. Produção: Iafa Britz por Migdal Filmes

  • SOCORRO, VIREI UMA GAROTA de Leandro Neri. Produção: André Carreira por Camisa Listrada e Roberto Santucci por Panorama Filmes

LONGA-METRAGEM ANIMAÇÃO 

  • A CIDADE DOS PIRATAS de Otto Guerra. Produção: Érica Maradona e Otto Guerra por Otto Desenhos Animados

  • A PRINCESA DE ELYMIA de Silvio Toledo. Produção: Silvio Toledo por Stairs Filmes

  • TITO E OS PÁSSAROS de Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoto. Produção: Gustavo Steinberg por Bits Filmes

LONGA-METRAGEM INFANTIL 

  • TURMA DA MÔNICA – LAÇOS de Daniel Rezende. Produção: Bianca Villar, Fernando Fraiha, Karen Castanho por Biônica Filmes, Charles Miranda, Cassio Pardini por Quintal Digital, Cao Quintas por Latina Estudio, Marcio Fraccaroli por Paris Entretenimento e Daniel Rezende
  • SOBRE RODAS de Mauro D’Addio. Produção: Beatriz Carvalho, Rafael Sampaio por Klaxon Cultura Audiovisual e Mauro D’Addio por Hora Mágica Filmes

  • CINDERELA POP de Bruno Garotti. Produção: Rodrigo Montenegro, Mara Lobão e Rodrigo Guimarães por Panorâmica Filmes

DIREÇÃO

  • DANIEL REZENDE por Turma da Mônica – Laços

  • FLAVIA CASTRO por Deslembro

  • GABRIEL MASCARO por Divino Amor

  • KARIM AÏNOUZ por A Vida Invisível

  • KLEBER MENDONÇA FILHO e JULIANO DORNELLES por Bacurau

DIRETOR ESTREANTE – LONGA-METRAGEM

  • ALEXANDRE MORATTO por Sócrates

  • ARMANDO PRAÇA por Greta

  • CLAUDIA CASTRO por Ela Disse, Ele Disse

  • DENNISON RAMALHO por Morto Não Fala

  • LEONARDO DOMINGUES por Simonal

ATRIZ

  • ANDREA BELTRÃO como HEBE CAMARGO por Hebe – A Estrela do Brasil

  • BÁRBARA COLEN como TEREZA por Bacurau

  • CAROL DUARTE como EURÍDICE por A Vida Invisível

  • DIRA PAES como JOANA por Divino Amor

  • JULIA STOCKLER como GUIDA por A Vida Invisível

ATOR

  • DANIEL DE OLIVEIRA como STÊNIO por Morto Não Fala

  • FABRICIO BOLIVEIRA como SIMONAL por Simonal

  • GREGÓRIO DUVIVIER como ANTENOR por A Vida Invisível

  • MARCO NANINI como PEDRO por Greta

  • SILVERO PEREIRA como LUNGA por Bacurau

ATRIZ COADJUVANTE

  • FERNANDA MONTENEGRO como EURÍDICE por A Vida Invisível

  • SÔNIA BRAGA como DOMINGAS por Bacurau

  • ALLI WILLOW como KATE por Bacurau

  • BÁRBARA SANTOS como FILOMENA por A Vida Invisível

  • KARINE TELES como FORASTEIRA por Bacurau

ATOR COADJUVANTE

  • ANTONIO SABOIA como FORASTEIRO por Bacurau

  • CACO CIOCLER como SANTANA por Simonal

  • CHICO DIAZ como VEÍ GOIS por Cine Holliúdy – A Chibata Sideral

  • FLÁVIO BAURAQUI como DETETIVE MACEDO por A Vida Invisível

  • JÚLIO MACHADO como DANILO por Divino Amor

DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA

  • AZUL SERRA por A Turma da Mônica – Laços

  • BÁRBARA ALVAREZ por A Sombra do Pai

  • HÉLÈNE LOUVART por A Vida Invisível

  • HELOISA PASSOS por Deslembro

  • NONATO ESTRELA por Kardec

  • PEDRO SOTERO por Bacurau

ROTEIRO ORIGINAL

  • BEATRIZ SEIGNER por Los Silencios

  • CAROLINA KOTSCHO por Hebe – A Estrela do Brasil

  • FLAVIA CASTRO por Deslembro

  • GABRIEL MASCARO, RACHEL ELLIS, ESDRAS BEZERRA e LUCAS PARAIZO por Divino Amor

  • KLEBER MENDONÇA FILHO e JULIANO DORNELLES por Bacurau

ROTEIRO ADAPTADO

  • ARMANDO PRAÇA – adaptado da peça teatral “Greta Garbo, quem diria, acabou no Irajá”, de Fernando Melo – por Greta

  • L.G. BAYÃO, LUI FARIAS e LETÍCIA MEY – adaptado da obra “Minha Fama de Mau”, de Erasmo Carlos – por Minha Fama de Mau

  • MARÇAL AQUINO, FERNANDO BONASSI, DENNISON RAMALHO e MARCELO STAROBINAS – adaptado do livro “Carcereiros”, de Drauzio Varella – por Carcereiros – O Filme

  • MURILO HAUSER, KARIM AÏNOUZ e INÉS BORTAGARAY – baseado no livro “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, de Martha Batalha – por A Vida Invisível

  • SILVIO TENDLER e NILTON BONDER – adaptado da obra “A Alma Imoral”, de Nilton Bonder – por Alma Imoral

  • THIAGO DOTTORI – baseado na obra “A Turma da Mônica”, de Mauricio de Sousa e inspirado na graphic novel “Laços”, de Victor Cafaggi e Lu Cafaggi – por Turma da Mônica – Laços

DIREÇÃO DE ARTE

  • CASSIO AMARANTE e MARIANA FALVO por Turma da Mônica – Laços

  • CLAUDIO AMARAL PEIXOTO e HELCIO PUGLIESE por Kardec

  • RODRIGO MARTIRENA por A Vida Invisível

  • THALES JUNQUEIRA por Bacurau

  • YURIKA YAMAZAKI por Simonal

FIGURINO

  • ANTÔNIO MEDEIROS por Hebe – a Estrela do Brasil

  • KIKA LOPES e ROSANGELA NASCIMENTO por Kardec

  • KIKA LOPES por Simonal

  • MARINA FRANCO por A Vida Invisível

  • RITA AZEVEDO por Bacurau

MAQUIAGEM

  • ANNA VAN STEEN por Kardec

  • BRITNEY FEDERLINE por Morto Não Fala

  • ROSE VERÇOSA por Simonal

  • ROSEMARY PAIVA por A Vida Invisível

  • SIMONE BATATA por Hebe – a Estrela do Brasil

  • TAYCE VALE por Bacurau

EFEITOS VISUAIS

  • CLAUDIO PERALTA por Kardec

  • HUGO GURGEL, GUILHERME RAMALHO e EDUARDO SCHAAL por Morto Não Fala

  • HUGO GURGEL, GUILHERME RAMALHO e EDUARDO SCHAAL por Carcereiros – O Filme

  • MARCO PRADO por Turma da Mônica – Laços

  • MIKAËL TANGUY e THIERRY DELOBEL por Bacurau

MONTAGEM (FICÇÃO)

  • EDUARDO SERRANO por Bacurau

  • HEIKE PARPLIES por A Vida Invisível

  • KAREN HARLEY por Greta

  • MARCELO JUNQUEIRA, AMC e SABRINA WILKINS, AMC por Turma da Mônica – Laços

  • PEDRO BRONZ e VICENTE KUBRUSLY por Simonal

MONTAGEM (DOCUMENTÁRIO)

  • BRUNO MURTINHO por Amazônia Groove

  • CÉLIA FREITAS E PAULO MAINHARD por Torre das Donzelas

  • DIANA VASCONCELLOS por Fevereiros

  • ISABEL CASTRO por Meu Amigo Fela

  • KAREN HARLEY por Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar

  • OLIVIA BRENGA por Bixa Travesty

SOM

  • EVANDRO LIMA, TOMÁS ALEM, BERNARDO UZEDA, RODRIGO NORONHA e GUSTAVO LOUREIRO por Kardec

  • JORGE REZENDE, MIRIAM BIDERMAN, ABC, TOCO CERQUEIRA e REILLY STEELE por Turma da Mônica – Laços

  • LAURA ZIMMERMAN, WALDIR XAVIER e BJÖRN WIESE por A Vida Invisível

  • MARCEL COSTA, ALESSANDRO LAROCA, EDUARDO VIRMOND, ARMANDO TORRES JR., ABC e RENAN DEODATO por Simonal

  • NICOLAS HALLET, RICARDO CUTZ e CYRIL HOLTZ por Bacurau

TRILHA SONORA

  • ANTONIO PINTO por O Juízo

  • BENEDIKT SCHIEFER, GUILHERME GARBATO e GUSTAVO GARBATO por A Vida Invisível

  • LINN DA QUEBRADA por Bixa Travesty

  • MATEUS ALVES e TOMAZ ALVES por Bacurau

  • WILSON SIMONINHA e MAX DE CASTRO por Simonal

LONGA-METRAGEM INTERNACIONAL

  • CAFARNAUM (Líbano): de Nadine Labaki. Distribuidor Brasileiro: Sony Pictures

  • CORINGA (EUA), de Todd Phillips. Distribuidor Brasileiro: Warner Bros Pictures

  • DOR E GLÓRIA, de Pedro Almodóvar. Distribuidor Brasileiro: Universal Pictures

  • ERA UMA VEZ EM HOLLYWOOD, de Quentin Tarantino. Distribuidor Brasileiro: Sony Pictures

  • PARASITA (Coreia do Sul), de Bong-Joon-ho. Distribuidor Brasileiro: Pandora Filmes

LONGA-METRAGEM IBERO-AMERICANO

  • A ODISSEIA DOS TONTOS (Argentina e Espanha), de Sebastián Borensztein. Distribuidor Brasileiro: Warner Bros Pictures

  • AS FILHAS DO FOGO (Argentina), de Albertina Carri. Distribuidor Brasileiro: Vitrine Filmes

  • FAMILIA SUBMERSA (Argentina), de Maria Alché – Coprodução Brasileira: Bubbles Project e TV Zero – Distribuidor Brasileiro: Esfera Filmes

  • O TRADUTOR (Cuba e Canadá), de Rodrigo Barriuso e Sebastián Barriuso. Distribuidor Brasileiro: Galeria Distribuidora

  • VERMELHO SOL (Argentina e Brasil) , de Benjamin Naishtat – Coprodução Brasileira: Desvia Produções – Distribuidor Brasileiro: Vitrine Filmes

CURTA-METRAGEM ANIMAÇÃO

  • APNEIA de Carol Sakura e Walkir Fernandes

  • CÉU DA BOCA de Amanda Treze

  • POÉTICA DE BARRO de Giuliana Danza

  • RESSURREIÇÃO de Otto Guerra

  • SÓ SEI QUE FOI ASSIM de Giovanna Muzel

CURTA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO

  • AMNESTIA de Susanna Lira

  • EXTRATOS de Sinai Sganzerla

  • FARTURA de Yasmin Thayná

  • OLHOS D’ÁGUA (Tuã Ingugu) de Daniela Thomas

  • VIVA ALFREDINHO! de Roberto Berliner

CURTA-METRAGEM FICÇÃO

  • ALFAZEMA de Sabrina Fidalgo

  • ANGELA de Marília Nogueira

  • BAILE de Cíntia Domit Bittar

  • RÃ de Ana Flávia Cavalcanti e Julia Zakia

  • SEM ASAS de Renata Martins

SÉRIE ANIMAÇÃO TV FECHADA/ OTT

  • BOBOLÂNDIA MONSTROLÂNDIA – 1ª TEMPORADA (Nickelodeon e TV Cultura). Direção Geral: Ale McHaddo. Diretora: Michelle Gabriel. Produtora Brasileira Independente: 44 Toons

  • CHARLIE, O ENTREVISTADOR DE COISAS – 1ª TEMPORADA (Discovery Kids). Direção Geral: Celia Catunda e Kiko Mistrorigo. Produtora Brasileira Independente: Pinguim Content

  • LUPITA NO PLANETA DE GENTE GRANDE – 1ª TEMPORADA (TV Brasil e TV Cultura). Direção Geral: Estêvão Queiroga. Diretores: Estêvão Queiroga, Glaubert Oliveira e Humberto Rodrigues. Produtora Brasileira Independente: Petit Fabrik e Druzina Content

  • TURMA DA MÔNICA JOVEM – 1ª TEMPORADA (Cartoon Network). Direção Geral: Mauricio de Sousa e Roger Keesse. Diretor: Marcelo de Moura. Produtora Brasileira Independente: Mauricio de Sousa Produções.

  • ZUZUBALÂNDIA – 1ª TEMPORADA (Cartoon Network, Boomerang, Tooncast América Latina). Direção Geral: Mariana Caltabiano. Produtora Brasileira Independente: Mariana Caltabiano Criações

SÉRIE DOCUMENTÁRIO TV FECHADA/ OTT

  • #OFUTUROÉFEMININO – 1ª TEMPORADA (GNT). Direção Geral: Luiza de Moraes. Produtora Brasileira Independente: Base 1 Filmes.

  • 1968 – O DESPERTAR – 1ª TEMPORADA (Canal Curta). Direção Geral: Don Kent. Produtora Brasileira Independente: Grifa Filmes.

  • BANDIDOS NA TV – 1ª TEMPORADA (Netflix). Direção Geral: Alex Marengo. Diretores: Daniel Bogado e Suemay Oram. Produtora Brasileira Independente: Viva Filmes e Terra Vermelha.

  • DIÁLOGO SOBRE O CINEMA – 1ª TEMPORADA (Cine Brasil TV). Direção Geral: Carlos Gerbase. Produtora Brasileira Independente: Prana Filmes.

  • QUEBRANDO O TABU – 2ª TEMPORADA (GNT). Direção Geral: Guilherme Melles e Katia Lund. Diretor: Pio Figueiroa. Produtora Brasileira Independente: Spray Filmes.

SÉRIE FICÇÃO TV FECHADA/ OTT

  • ARUANAS – 1ª TEMPORADA (Globoplay). Direção Geral: Estela Renner. Diretores: Estela Renner, Carlos Manga Jr, Bruno Safadi e Lucio Tavares. Produtora Brasileira Independente: Maria Farinha Filmes.

  • COISA MAIS LINDA – 1ª TEMPORADA (Netflix). Direção Geral: Caito Ortiz. Diretores: Caito Ortiz, Julia Rezende e Hugo Prata. Produtora Brasileira Independente: Prodigo Films.

  • DETETIVES DO PRÉDIO AZUL (DPA) – 12ª TEMPORADA (Gloob). Direção Geral: Vivianne Jundi. Diretores: Michele Lavalle e Vinícius Reis. Produtora Brasileira Independente: Conspiração.

  • SESSÃO DE TERAPIA – 4ª TEMPORADA (Globoplay e GNT). Direção Geral: Selton Mello. Produtora Brasileira Independente: Moonshot Pictures.

  • SINTONIA – 1ª TEMPORADA (Netflix). Direção Geral: Kondzilla, Guilherme Quintella e Felipe Braga. Diretores: Kondzilla e Johnny Araújo. Produtora Brasileira Independente: Los Bragas.

SÉRIE FICÇÃO TV ABERTA

  • CARCEREIROS – 2ª TEMPORADA (Globo). Direção Geral: José Eduardo Belmonte. Produtora Brasileira Independente: Gullane e Spray Filmes.

  • CINE HOLLIÚDY– 1ª TEMPORADA (Globo). Direção Geral: Patricia Pedrosa. Diretores: Halder Gomes e Renata Porto D’ave. Produtora Brasileira Independente: Glaz Entretenimento.

  • ELIS – VIVER É MELHOR QUE SONHAR – 1ª TEMPORADA (Globo). Direção Geral: Hugo Prata. Produtora Brasileira Independente: Bravura Cinematográfica.

  • SEGUNDA CHAMADA – 1ª TEMPORADA (Globo). Direção Geral: Joana Jabace. Diretores: Joana Jabace, João Gomez, Ricardo Spencer e Breno Moreira. Produtora Brasileira Independente: O2 Filmes.

  • SOB PRESSÃO – 3ª TEMPORADA (Globo). Direção Geral: Andrucha Waddington. Diretora: Mini Kerti. Produtora Brasileira Independente: Conspiração.

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