“Pele de Vidro” acompanha a jornada da cineasta Denise Zmekhol
Foto © Plinio Hokama Angeli
Uma meditação cinematográfica, poética e pessoal sobre mudanças, desigualdades sociais e perdas: “Pele de Vidro” acompanha a jornada da cineasta Denise Zmekhol ao descobrir que o edifício mais famoso de seu falecido pai – um arranha-céu modernista de vidro, no coração de São Paulo – está ocupado por centenas de moradores sem-teto. Entrelaçando delicadamente o pessoal e o político, “Pele de Vidro” é uma reflexão profunda e comovente da evolução do Brasil durante épocas de escuridão, transformação e renascimento.
Esta é a premissa do filme que chega aos cinemas nacionais nesta quinta-feira, dia 19 de março, em Brasília (DF), Campinas (SP), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Ribeirão Preto (SP), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP), com distribuição da Autoral Filmes.
Coprodução Brasil/EUA, passou por mais de 60 festivais ao redor do mundo e recebeu 13 prêmios, incluindo melhor longa documental em festivais de arquitetura na França, Itália, Espanha e Suécia. Recebeu também o prêmio do público no Mill Valley Film Festival (EUA) e menção honrosa no Ischia Film Festival (Itália).
Inicialmente impedida de entrar no prédio, Denise aguardava outra chance até ser surpreendida, no dia 1º de maio de 2018, com a notícia de que o prédio estava em chamas.
“Pele de Vidro” é uma coprodução de Denise Zmekhol Produções, Zdfilms e iTVS, em Associação com Latino Public Broadcasting e Independent Lens para PBS, com apoio da Corporation for Public Broadcasting (CPB).
