Mostra SP apresentará 21 dos 90 filmes pré-selecionados para o Oscar internacional
Foto: “Fjord”, de Cristian Mungiu
Por Maria do Rosário Caetano
A Academia de Arte e Indústria Cinematográfica de Hollywood, que criou novas regras para a seleção de filmes habilitados à disputa do Oscar internacional, contará esse ano com 93 longas-metragens (serão 94 quando sair o premiado do Festival de Busan, o mais poderoso da Coreia do Sul).
A maior parte dos filmes chegou à instituição cinematográfica estadunidense por indicação de suas congêneres espalhadas pelos cinco continentes. Parte menor, mas significativa, conta com o aval de seis festivais (Cannes, Veneza, Berlim, Sundance, Toronto e o já citado Busan).
Vinte e um dos títulos habilitados a figurar entre os finalistas internacionais ao Oscar (a cerimônia da nonagésima-nona edição acontecerá em 14 de março de 2027), serão exibidos pela Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Eles poderão ser vistos em múltiplos espaços, de 14 a 29 deste mês de outubro. Entre eles, estão cinco pesos-pesados. A começar por “Fjord”, do romeno Cristian Mungiu, vencedor da Palma de Ouro em Cannes.
A aposta em “Fjord” (Fiorde) é tão grande, que, para não deixar dúvida, a academia romena duplicou sua indicação (o filme chega ungido pela Palma de Ouro e pelos romenos). Fala-se, até, que o drama social do diretor dos festejados “4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias” (também palmarè) e de um episódios da deliciosa comédia “Contos da Era Dourada” tem vaga garantida entre os dez finalistas da mais cobiçada das categorias – a de melhor filme. Entre seus trunfos estão o tema (embate entre religiosos conservadores e forças progressistas, que se desdobra em drama ético) e a atriz Renate Reinsve.
“Minotauro”, do russo Andrey Zvyagintsev, representará a França. Pelo segundo ano seguido, a academia da pátria dos Lumière indica um filme falado em outro idioma, dirigido por cineasta estrangeiro e com temática alheia à sua história e cultura. Ano passado escolheu o iraniano “Foi Apenas um Acidente”, de Jafar Panahi. Este ano optou pelo eslavo, até a medula, Andrey Zvyagintsev, autor de filmes (russos) da grandeza de “O Retorno” e “Leviatã”. Há quem coloque “Emília Pérez” no mesmo balaio. Afinal, o filme foi rodado no México, falado em espanhol e com protagonista hispânica (Karla Sofía Gascón). Mas seu diretor, Jacques Audiard, além de francês, desenvolveu sua carreira fincada em temas caros à realidade gaulesa (vide o impressionante “O Profeta”).
Estaria o cinema francês em crise criativa?
Desde quando o país que inventou o cinema como arte coletiva (espectadores unidos num mesmo espaço, não frente a aparelho de visionamento individual) adotou o dinheiro dos produtores como referência definidora?
Há dois (ou três) anos. Depois de vacilar na escolha de “Anatomia de uma Queda” (rejeitado em favor de “O Sabor da Vida”, dirigido pelo vietnamita Tran Anh Hung, mas francês até não mais poder, com Binoche, culinária, território e idioma gauleses), os produtores locais passaram a apostar em produções bancadas financeiramente por eles. Ano passado, o filme de Panahi começou fortalecido pela Palma de Ouro, mas saiu da Noite do Oscar de mãos abanando.

Outros dois filmes que causaram frisson em festivais internacionais – “A Terra do meu Pai”, do polonês Pawel Pawlikowski, e “A Mulher Desconhecida”, da dinamarquesa May el-Toukhy – estão pré-indicados para figurar na restrita lista de cinco finalistas ao Oscar internacional. Os dois serão apresentados na Mostra SP.
O primeiro anuncia-se como um dos grandes favoritos e tem o escritor Thomas Mann (“A Montanha Mágica”) em visita à sua Alemanha natal, em companhia da filha, interpretada pela atriz europeia da hora (junto com a norueguesa Renate Reinsve), Sandra Huller (de “Anatomia de uma Queda” e “Zona de Interesse”). O grande ficcionista germânico é encarnado por Hans Zischler. Seu irmão, Klaus Mann, por August Diehl.
Há que se lembrar que Sandra Huller poderá emplacar nova indicação ao Oscar, pois é a protagonista absoluta de “Rose”, representante da Áustria, dirigido por Markus Schleinzer. Ela interpreta uma mulher que, no século XVII, se faz passar por homem para garantir sua sobrevivência e reivindicar uma herança.
Já o dinamarquês “A Mulher Desconhecida”, grande vencedor de Veneza, chamou atenção por suas qualidades estético-temáticas, mas também por ter na direção a única mulher a comandar, sozinha, um dos concorrentes ao Leão de Ouro italiano. Apesar de conquistar a láurea máxima do mais antigo festival do mundo, o filme não figura nas listas dos favoritíssimos. Mas resta saber se os acadêmicos escolherão apenas filmes dirigidos por nomes masculinos. Se esse item pesar, as chances de May el-Toukhy hão de crescer.
“Amor Possível”, do sul-coreano Lee Chang-dong, que também causou sensação em Veneza (Leão de Prata), chega com cacife para figurar, pelo menos, na lista de 15 semifinalistas ao Oscar internacional.
A short list será anunciada dia 15 de dezembro. Feita a peneira final, os que realmente participarão da cerimônia de número 99 serão anunciados dia 21 de janeiro.
A Mostra SP não exibirá um dos mais fortes candidatos ao Oscar internacional, o espanhol “A Bola Negra”, de Los Javis. O filme foi o convidado para a noite inaugural do Festival do Rio. Como o festival paulistano prefere mostrar produções internacionais 100% inéditas (em território brasileiro), o drama queer ficou de fora. Os cinéfilos de São Paulo terão que aguardar até 21 de janeiro, data prevista para a estreia do longa que tem Pedro Almodóvar como um de seus produtores.
O badaladíssimo filme espanhol continua causando sensação junto à crítica, aos cinéfilos e ao público (venceu o Festival de Toronto por escolha do júri popular e vendeu milhares de ingressos em sua estreia em Madri e centenas de cidades espanholas). Em seus primeiros dez dias em cartaz, acumulou 2 milhões de espectadores.
A euforia por “A Bola Negra” em solo castelhano é tamanha, que aposta-se que ele será capaz de repetir feito de “O Artista” (Michel Hazanavicius, 2012) ou “Parasita” (Bon Joon-ho, 2020), únicas produções estrangeiras premiadas com a estatueta de melhor filme.
Na lista de favoritos do Termômetro do Oscar, o longa dos Javis aparece em terceiro lugar, atrás do favoritíssimo “A Odisseia”, de Christopher Nolan, e de “Duna: Parte 3”, de Denis Villeneuve. E, portanto, à frente de sete outros, incluindo “Fjord” (quatro lugar) e “A Terra do meu Pai” (sétimo).
O Termômetro do Oscar, site especializado na festa da academia, cita, portanto, três filmes internacionais com vagas “praticamente garantidas” em duas categorias – “Dez Mais da Academia” e na lista de longas internacionais – “A Bola Negra”, “Fjord” e “A Terra do meu Pai”. Se não houver percalços, tudo indica que a produção espanhola triunfará ao menos entre os estrangeiros.
Os conterrâneos de Buñuel, Saura e Almodóvar torcem apaixonadamente pela história, um épico queer, engendrada pelos Javis. Eles acompanham três personagens homoafetivos, que viveram em períodos diversos – 1932 (antes da Guerra Civil), veremos recriação de um conto do poeta e dramaturgo Federico Garcia Lorca. Em 1937 (em pleno conflito fratricida que antagonizou Republicanos e falangistas) e, por fim, em 2017, tempos recentes, serão vistos outros jovens homoafetivos. O filme, aliás, dialoga com obra inacabada de Lorca (“La Bola Negra”) e com a peça “La Piedra Oscura”, de Alberto Conejo, sobre o amor do poeta andaluz pelo soldado Rafael Rodriguez Rapún.
Em processo de internacionalização, a academia de Hollywood tem dialogado cada vez mais com festivais de grande alcance (três europeus, um canadense, um asiático e um estadunidense; nenhum africano ou latino-americano). O Sundance, criado pelo ator e diretor Robert Redford, qualificou “Vergonha e Dinheiro”, de Visar Morina (falado em albanês e programado pela Mostra SP).

A Turquia tem dois filmes pré-qualificados – “Como uma Árvore sem Galhos”, de Tunç Davut, seu indicado oficial, e “Cartas Amarelas”, de Ilker Çatak, que garantiu vaga por ser o vencedor do Urso de Ouro do Festival de Berlim. O primeiro é uma produção 100% turca. O segundo, um filme de realizador turco-germânico. Mesmo caso da Índia, a maior indústria cinematográfica do mundo, que indicou “Gondhal”, de Santosh Davakhar, e terá outro representante – “Angh”, de Theja Rio, premiado no Festival de Toronto, no Canadá.
O sexto festival a qualificar um filme para disputar vaga na categoria internacional é o de Busan, na Coreia do Sul. Todas as produções até agora habilitadas se apresentaram no prazo regulamentar (30 de setembro). Só o festival coreano terá a regalia de apresentar seu título eleito como o melhor filme até o dia 16 de outubro. Afinal, o único evento asiático credenciado por Hollywood realiza sua edição anual em outubro (este ano, de 6 a 15).
A Mostra SP vai, claro, exibir “Feito Pipa”, do cearense Allan Deberton, filme escolhido para representar o Brasil junto à academia norte-americana. O drama delicadamente queer de Deberton, do ótimo “Pacarrete”, estreou em mostra paralela (Generation Kplus) do Festival de Berlim, e fez bonito lá. Ganhou dois prêmios, o Urso de Cristal, outorgado pelo júri infanto-juvenil, e o Prêmio do Júri Internacional (na mesma categoria). Mas, sejamos realistas. Depois de dois anos seguidos com presença nas principais competições de Veneza e Cannes e com vaga dupla na lista de finalistas ao Oscar e entre os “Dez de Hollywood” – graças a “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles (o vencedor) e “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho – nossas chances são modestas. Até porque o time europeu e asiático apresenta-se fortíssimo.
Para o Termômetro do Oscar, a lista de títulos postos na reserva (repescagem) prossegue com “Covarde”, do belga Lukas Dhont, “Evertime”, da alemã Sandra Wolner, “Como se Divorciar Durante a Guerra”, do lituano Andrius Blasevicius, e “O Sentido da Vida”, do japonês Ryusuke “Drive my Car” Hamaguchi (os quatro programados pela Mostra SP).
Completam a lista programada pela quinquagésima edição da mostra dois filmes latino-americanos (“Quem Matou Narciso?”, do paraguaio Marcelo Martinessi, e “A Morte Não Tem Dono”, do venezuelano Jorge Thielen), dois africanos (“Roqia”, do argelino Yanis Koussin, e “Variações Sobre um Tema”, dos sul-africanos Jason Jacobs e Devon Delmar), três asiáticos (o nepalês “Elefantes da Névoa”, de Abinash Bikran Shah, o filipino “Filipiñana”, de Rafael Manuel, e o armênio “Na Terra de Arto”, de Tamara Stepanyan) e quatro europeus (o búlgaro “A Aventura Sonhada”, de Valeska Grisebach, o cipriota “Não me Largue”, de Myrsini Aristidou, o macedônio do norte “17”, de Kosara Mitic, e o albanês “Vergonha e Dinheiro”, de Visar Morina).
“Quem Matou Narciso?” chega com boas recomendações do Paraguai. Afinal, seu diretor, Marcelo Martinessi, colocou o país guarani no mapa internacional com “As Herdeiras”, filme homoafetivo de delicadeza ímpar, que rendeu o Urso de Prata à sua protagonista, Ana Brun.
Nos tempos em que o Festival de Gramado ainda prestava atenção no cinema latino-americano, “Las Herederas” causou verdadeiro furor. Venceu praticamente em todas as categorias disponíveis. Lançado no circuito de arte pela Imovision paulistana, o drama serviu como poderoso cartão de visita de nosso vizinho e parceiro na Usina de Itaipú. “Quem Matou Narciso?”, como “As Herdeiras”, é um filme queer. E participou da principal competição da Berlinale.
“Narciso” inspira-se em história real, ocorrida durante a longa ditadura Stroessner. Um jovem locutor de rádio (Bernardo Aranda, na vida real), apaixonado por rock, foi assassinado. O filme acompanhará a investigação do caso e revelará memórias e segredos de Narciso, o jovem protagonista assassinado na trama ficcional martinessiana.
Da produção africana, vale lembrar fato curioso. Ano passado, a Grã-Bretanha, país anglo-saxão com centenas de representantes na academia de Hollywood, indicou “A Sombra do meu Pai”, de Akinola Davies Jr, para disputar vaga no Oscar internacional. Tal decisão se deu porque o país de origem do cineasta, a Nigéria, não o reconheceu como representante dessa imensa nação africana (243 milhões de habitantes). A história, território e idioma nigerianos (o país fala inglês e línguas autóctones) estavam na composição do filme. Mas os realizadores locais o qualificaram como uma produção essencialmente britânica.
Pátria da ‘Nollywood’ (filmes feitos praticamente sem orçamento), a Nigéria percebeu que não tinha um filme local, com estofo artístico, para representá-la. Tudo indica que as autoridades culturais e cinematográficas nigerianas fizeram autocrítica e tomaram atitude prática. O indicado, oficialmente, esse ano, é “Dear Ajayi”, de Damilola Orimogunje.
Abaixo, seguem as listas dos 21 concorrentes ao Oscar internacional programados pela Mostra SP, e dos 93 títulos pré-indicados para a mesma categoria por academias de cinema ou festivais internacionais. As produções latino-americana e africana são destacadas em dois blocos, já que não desfrutam do mesmo prestígio dos filmes europeus e, em certa medida, dos asiáticos.
PRÉ-CANDIDATOS AO OSCAR (programados pela Mostra SP):
. “Fjord”, de Cristian Mungiu (Romênia)
. “Minotauro”, de Andrey Zvyagintsev (França)
. “A Terra do meu Pai”, de Pawel Pawlikowski (Polônia)
. “A Mulher Desconhecida”, de May el-Toukhy (Dinamarca)
. “Amor Possível”, de Lee Chang-dong (Coreia do Sul)
. “Evertime”, de Sandra Wolner (Alemanha)
. “Como se Divorciar Durante a Guerra”, de Andrius Blasevicius (Lituânia)
. “O Sentido da Vida”, de Ryusuke Hamaguchi (Japão)
. “Vergonha e Dinheiro”, de Visar Morina (falado em albanês, premiado pelo Sundance Festival)
. “Feito Pipa”, de Allan Deberton (Brasil)
. “Quem Matou Narciso?”, de Marcelo Martinessi (Paraguai)
. “Elefantes da Névoa”, de Abinash Bikran Shah (Nepal)
. “Furies”, de Rami Kodeih (Líbano)
. “Roqia”, de Yanis Koussin (Argélia)
. “A Aventura Sonhada”, de Valeska Grisebach (Bulgária)
. “Não me Largue”, de Myrsini Aristidou (Chipre)
. “Filipiñana”, de Rafael Manuel (Filipinas)
. “17”, de Kosara Mitic (Macedônia do Norte)
. “A Morte Não Tem Dono”, de Jorge Thielen (Venezuela)
. “Variações Sobre um Tema”, de Jason Jacobs e Devon Delmar (África do Sul)
. “Na Terra de Arto”, de Tamara Stepanyan (Armênia)
OS OUTROS PRÉ-CANDIDATOS AO OSCAR:
. “A Bola Negra”, de Javier Calvo e Javier Ambrósi (Espanha)
. “Como uma Árvore sem Galhos”, de Tunç Davut (Turquia)
. “Cartas Amarelas”, de Ilker Çatak (Turquia-Alemanha, indicado por prêmio no Festival de Berlim)
. “Angh”, de Theja Rio (Índia – indicado por prêmio no Festival de Toronto, Canadá)
. “Gondhal”, de Santosh Davakhar (Índia)
. “Covarde”, de Lukas Dhont (Bélgica)
. “Amigo Silencioso”, de Ildikó Enyedi (Hungria)
. “Cidadão Osama”, de Ahmed Hassouna (Palestina)
. “A Espiral”, de Paolo Strippoli (Itália)
. “A Memória do Cheiro das Coisas”, de António Ferreira (Portugal)
. “Crescimento do Solo”, de Hans Peter Molland (Noruega)
. “Quatro Estações em Java”, de Kamila Andini (Indonésia)
. “Nossa Erika”, de Golub (Estônia)
. “Guria”, de Levan Koguashvili (Geórgia)
. “Filhos da Noite Neon”, de Juno Mak (Hong Kong)
. “O Esquilo”, de Markus Lehmusruusu (Finlândia)
. “Veia Rompida”, de Yannis Economides (Grécia)
. “Terra dos Anjos”, de Babak Khajehpasha (Irã)
. “Nina Roza”, de Geneviève Dulude de Celles (Canadá)
. “Sob Nossos Pés”, de Irsa Roca Fannberg (Islândia)
. “Deus Não Ajudará”, de Hana Jusic (Croácia)
. “Se os Pombos se Transformassem em Ouro”, de Pepa Lubojacki (República Tcheca)
. “Para Segurar uma Montanha”, de Biljana Tutorov e Petar Glomázic (Montenegro)
. “Pia”, de Zain Duraie (Jordânia)
. “Abel”, de Elzat Eskendir (Cazaquistão)
. “Não Há Paraíso se Você For Morto por uma Mulher”, de Halkawt Mustafa (Iraque)
. “Conte-me Tudo”, de Moshe Rosenthal (Israel)
. “Tornando-se Humano”, de Polônia Ly (Cambodja)
. “Aontas”, de Damian McCann (Irlanda)
. “Um Conto Nebuloso”, de Chen Yu-hsun (Taiwan)
. “Supervisão de Adultos”, de Alex Schulman (Suécia)
. “9 Templos para o Céu”, de Sompot Chidgasornpongse (Tailândia)
. “O Viúvo”, de Hari Secic (Bósnia e Herzegovina)
. “Primeira Luz”, de James J. Robinson (Austrália, falado em filipino)
. “Rose”, de Markus Schleinzer (Áustria)
. “Desejo de Viajar”, de Nenad Pavlovic (Sérvia)
. “Somos Todos Estranhos”, de Antony Chen (Cingapura)
. “Inundação”, de Martin Gonda (Eslováquia)
. “Roid”, de Meibaur Rahman Sumon (Bangladesh)
. “Um Filme Estatal”, de Rolando Seijko (Albânia)
. “O Rei Raposa”, Woo Ming Jin (Malásia)
. “Criança”, de Cyrus Neshvad (Luxemburgo)
. “Paikar”, de Dawood Hilmandi (Holanda)
. “Fantasia”, de Kukla (Eslovânia)
. “Ulya”, de Viesturs Kairiss (Letônia)
. “Cassandra”, de Bekzat Primatov (Quirguistão)
. “Dua”, de Blerta Basholli (Kosovo)
. “Zejtune”, de Alex Camilleri (Malta)
. “Independência; Guardião da Profecia”, de Tamir Bat-Ultzi (Mongólia)
. “Quem Ainda Está Vivo”, de Nicolas Wadimoff (Suíça)
. “Riverstone”, de Lalith Rathanayake (Sri Lanka)
. “Vestígios”, de Alisa Kovalenko (Ucrânia)
. “Guardiões Espirituais: Último Segredo do Primeiro Imperador”, de Nguen Phan Quang Binh (Vietnã)
INSCRITOS PELA AMÉRICA LATINA:
. “Na Estrada”, de David Pablos (México-AL)
. “A Virgem do Lago da Pedreira”, de Laura Casabé (Argentina-AL)
. “O Colapso”, de Manuela Martelli (Chile-AL)
. “Um Cabo Solto”, de Daniel Hendler (Uruguai-AL)
. “Chuvas Sobre Babel”, de Gala do Sol (Colômbia-AL)
. “Malecón”, de Carlos Larrazabal (Cuba-AL)
. “A Hera”, de Ana Cristina Barragán (Equador)
. “Se Não Queimarmos, Como Iluminaremos a Noite?”, de Kim Torres (Costa Rica-AL)
. “Melodrama”, de Andrés Farias (República Dominicana-AL)
. “A Noite Chegou”, de Paolo Tizón (Peru-AL)
. “Vértices”, de Arturo López Roda (El Salvador – AL)
. “Chichero”, de Aaron Bromley e Arturo Montenegro (Panamá-AL)
. “A Filha do Condor”, de Alvaro Olmos Torrico (Bolívia-AL)
INSCRITOS PELA ÁFRICA:
. “Dear Ajayi”, de Damilola Orimogunje (Nigéria-África)
. “Uma Mulher, um Sutiã”, de Vincho Nchogu (Quênia, África)
. “Mabanda”, de Kang Kintus (Camarões, África)
. “As Histórias”, de Abu Kakr Shawky (Egito-África)
. “Soumsoum, a Noite das Estrelas”, de Mahat-Saleh Haroun (Chade, África)
. “O Anexo”, de Mamadou Khouma Gueye (Senegal-África)
. “Morangos”, de Laila Marrakchi (Marrocos-África)
