Em filmagem no Rio de Janeiro, “Níobe” faz retrato distópico do país
Kadu Moliterno © Ana Carolina Mamari

Intrigas, traições e corrupção no jogo pelo poder estão no centro da narrativa de “Níobe”, cujas filmagens se iniciam no Rio de Janeiro. Com roteiro e direção de Fernando Mamari, o longa faz um retrato distópico do país. A história se passa num único dia, quando uma reunião promovida por um influente empresário reúne um presidente da república, seu mais graduado general, um deputado corrupto, seguranças e prostitutas de luxo. No elenco estão Barbara França, André Ramiro, Kadu Moliterno, Roberto Pirillo e Timóteo Heiderick, entre outros.

Em estilo noir, o filme se passa nos dias de hoje, porém contém elementos visuais dos anos 50. A história se desenrola em um único dia com os preparativos e o encontro de representantes do mais alto escalão do governo, mediado por um empresário, numa reunião regada a garotas de programa. O objetivo é convencer um deputado opositor a aceitar suborno e assim obter a liberação para a exploração de um metal valioso em território indígena. Nada acaba saindo como planejado e um confronto entre os convidados se inicia. As garotas de programa lideradas por Rita (Barbara França), até então coadjuvantes na noite, desempenham um papel inesperado.

Além da direção, Fernando Mamari assina também o roteiro do longa, ao lado de Violeta Rodrigues. A direção de produção é de Sonia Freitas, com produção executiva de Julio Braga. A produção é da Pajé Cultura com coprodução da Jardim Digital.

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