“A Margem do Rio” está na competição internacional do Festival de Locarno

“A Margem do Rio”, escrito e dirigido por Matheus Farias e Enock Carvalho, fará sua estreia mundial na competição internacional do 79º Festival de Cinema de Locarno, que acontece de 5 a 15 de agosto, na Suíça, concorrendo ao Leopardo de Ouro, prêmio máximo do evento. Rodado no Recife e estrelado por Caique Copque (“Mapas”) e Ítalo Martins (“O Agente Secreto”, “Guerreiros do Sol”), o filme marca a estreia dos diretores em um longa-metragem, após uma sequência de curtas-metragens, incluindo o premiado “Inabitável”, exibido no Festival de Sundance.

Em “A Margem do Rio”, Izaquiel (Caique Copque) trabalha como auxiliar de serviços gerais no Recife, cidade entrecortada por rios e manguezais. À noite, ele se aventura perigosamente em busca de encontros secretos no mangue. Seu mundo vira de cabeça para baixo quando ele cruza o caminho de Jeremias (Ítalo Martins), um pescador intrigante e magnético. À medida que uma ameaça externa invade o lugar trazendo violência, Jeremias conduz Izaquiel numa jornada rumo às profundezas do coração do manguezal.

Além de Caique Copque e Ítalo Martins, o longa também traz em seu elenco Robério Diógenes e Carlos Francisco (“O Agente Secreto”), Isis Broken (“Apolo”), Renna Costa (“Paloma”), Enio Cavalcanti (“Cangaço Novo”) e Artia.

“A Margem do Rio” é uma coprodução entre Gatopardo Filmes, Moçambique Audiovisual e Vitrine Filmes (Brasil), em parceria com a Tama Filmproduktion (Alemanha). O filme foi realizado com recursos da Ancine e do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), por meio do BRDE, e do Funcultura, contando ainda com o apoio do Projeto Paradiso, do World Cinema Fund e do Hubert Bals Fund. A distribuição no Brasil é da Vitrine Filmes.

As filmagens de “A Margem do Rio” ocorreram entre julho e setembro de 2025 no Recife, com uma equipe de 150 profissionais, entre elenco e equipe técnica, e a pós-produção durou oito meses.

2 thoughts on ““A Margem do Rio” está na competição internacional do Festival de Locarno

  • 13 de julho de 2026 em 19:04
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    É impressionate e ao mesmo tempo assustador ver. um primeiro longa com uma equipe de 150 pessoas, sabendo-se que a equipe de O Padre e a Moça era de 19 pessoas, de Deus e o Diabo era de 29 pessoas, de Dona Flor não eram 40 pessoas (equipe). Isso me deslumbra mas me assusta muito também…BOA SORTE PARA A MARGEM DO RIO em Locarno! Festival maravilhoso.

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